Falando sobre tudo

Falando sobre tudo

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

frases



Comece fazendo o que é necessário, 
depois o que é possível, e de repente 
você estará fazendo o impossível.

Auto Estima

         

    Auto Estima 

 por: Fran ( amo a poesia)

É muito comum ouvirmos as pessoas dizerem que se amam,
que mantêm sua auto estima em alta,
mas o amor próprio é muito mais profundo do que imaginamos.

Responda honestamente a você:

Você gosta incondicionalmente de você?

É feliz na sua vida como ela está?

Faz todas as coisas que lhe fazem bem?

Procura tomar sempre decisões em favor de sua felicidade?

Logicamente que a maioria das respostas será "não".
Se uma pessoa não se ama, não procura fazer sua própria felicidade,
não conseguirá jamais amar verdadeiramente outra pessoa.
Como pode dar algo que não tem?

Uma pessoa pode dizer que ama outra pessoa,
mas o que acontece é que ela deve estar apenas apaixonada,
e paixão é bem diferente de amor.
Deve estar querendo amor de verdade, mas não consegue.
Dentro da aura de cada um existe um
campo magnético que produz o magnetismo do amor.
Quando a pessoa se ama de verdade,
esse campo magnético começa a irradiar um
fluxo de energia especial, que se expande sobre
todas as pessoas de seu convívio, até mesmo
alguém que você não conheça,
quando se lhe aproxima sente um calor ou
um sentimento de amor, sente vontade de ficar ao seu lado,
de conversar, estreitar laços de amizade.

Este encontro magnético acontece porque
existe em você um fator de atração do Amor Próprio,
e este só acontece quando alguém
irradia telepáticamente e, logicamente,
só conseguirá irradiar esta energia se
realmente o estiver sentindo.

Toda pessoa que não se ama, pelo seu magnetismo pessoal,
acaba atraindo também pessoas com mesma característica, e,
devido a esta atração começam a acontecer
conflitos em relação à afetividade.
Acabam sempre dividindo mágoas e ressentimentos.

Nunca poderemos dar amor, ou sermos amados verdadeiramente,
se não formos os primeiros a fazê- lo.
E para isso precisamos aprender a nos dar amor

E como é possível isso?
Vejamos:

Os Mandamentos da Auto Estima

Quem se ama de verdade evita pensar ou
vivenciar o passado triste e, quando se lembra,
mentaliza apenas como experiência para sua evolução,
vê de forma fria e natural tudo o que aconteceu
no passado, procura tirar proveito dos acontecimentos do passado.

Quem se ama de verdade, mantêm o controle emocional
para não deixar as calúnias, palavras ofensivas e
desarmonias caírem sobre a sua Aura.

Quem se ama de verdade não espera ser compreendido,
prefere compreender as pessoas de um modo geral,
mantêm-se de bem com a vida e não se preocupa com a opinião alheia.
Não dá ouvidos às críticas, para que elas não evoluam.

Quem se ama de verdade não guarda raiva,
rancor ou ressentimento, vê tudo a sua volta
como se fosse um processo de auto-conhecimento,
está sempre disposto a perdoar e compreender em qualquer situação.

Quem se ama de verdade não aceita sugestões negativas,
policia seus pensamentos e procura analisar cada um.

Quem se ama de verdade não se magoa,
não fica chorando quando é magoada.
não se entristece por qualquer razão,
não perde o controle em qualquer situação e
não se deixa levar por qualquer situação negativa.

Quem se ama sente coragem e segurança de sempre recomeçar,
se for necessário, sem medo do desconhecido. 

frases



Viver é enfrentar um problema atrás do outro. 
O modo como você o encara é que faz a diferença.
 
Benjamin Franklin

frases



Daqui a alguns anos você estará mais arrependido
pelas coisas que não fez do que pelas que fez. 
Então solte suas amarras. Afaste-se do porto seguro.
Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.

Autopiedade




Auto-piedade é o sentimento, emoção ou comportamento de pena de si mesmo diante de um evento estressante. É um sentimento associado ao auto-conforto com importante papel nas relações humanas. Pode envolver desde um comportamento breve, ocasional e transitório como comer doces após um dia estressante até um traço  personalidade central expressado mesmo sem provocação ou diante de percepções distorcidas e que causa sofrimento a si e aos outros mas é mantido, por um ganho secundário. Deve ser acompanhado por profissional do ramo psicológico.

A maioria das pessoas utilizam deste subterfugio para obter a conivência do outro e aliviar os sentimentos aversivos. Obtendo a pena alheia, obtem, no mínimo, atenção, piedade, tolerancia e apoio dos outros, mesmo não resolvendo, absolutamente, nada de concreto. O problema vai continuar.











frases






" Nunca tenha piedade de si mesmo. Nunca faça isso. Olhe para o lado. Abra os olhos. Veja. Tem alguém enfrentando desafio pior que o teu. Tem alguém que acorda, levanta e luta, mesmo vendo pela frente um dia que você nunca teve (nem em pesadelos). Abra os olhos. Você enfrenta a dor, outros enfrentam a morte. Você sente falta de conforto, outros sentem falta de comida. Você queria ter sucesso, outros queriam uma noite de sono (sem temer pela vida). Veja. Você guarda mágoa de alguém, outros guardam no peito um vazio: perderam um pai, perderam um filho. Entenda. A dor humana pode ser gigantesca, mas grande é a promessa que todo dia traz. Não fuja do dia, não fuja do sol, não se esconda da vida. Quanto maior a dificuldade agora, maior a paz depois quando ela tiver passado (e vai).
Seja uma mulher forte, seja um homem forte. Cresça como se fazia nos bons e velhos tempos: Assuma sua vida! É a única vida que é sua, e é a única coisa que podes assumir. Quem abraça a auto-piedade larga da vida. Esse travesseirinho molhado de lágrimas não vale (nem de longe) uma vida. Viva a sua vida, viva agora, porque ninguém mais se importa com ela. Ninguém realmente quer saber se você está chorando. Ninguém realmente tem a chave para teu estado mental. Ninguém está pensando se vai aguentar mais um dia você de cabeça baixa. Mas você devia.
A estrada pode parecer longa demais. Esqueça a estrada! Dê um passo agora. Dê um passo já. Não pense no passo seguinte se não deu o primeiro passo. Não existe estrada nenhuma. Existe só o passo. E talvez um outro. Mas pense nisso depois. E, outra coisa, não tente fazer nada. Não tente! Faça. Ou não faça. Mas não tente! Só faça. Ou não.

Preocupações? Não se preocupe, se ocupe! Sucesso é inspiração, mas é muito mais transpiração. Você está parado. Você espera a inspiração para começar a se mover. Espera aquela idéia de gênio, aquela visão clara, o corredor desimpedido até o gol. Não faça! Parta para a ação, pois a ação quase sempre traz inspiração — mas a inspiração com muita frequencia não leva à ação. Assim mexa-se já! Exponha-se! Tome vários ângulos! Ouça as crianças. Sinta os cheiros do mato. Molhe os pés na mangueira.
Acima de tudo, fuja da tua casca. Você não é o centro do universo. O mundo não foi feito para te torturar (nem para te alegrar). As coisas não conspiram contra você — e nem a seu favor. O vento sopra, o galo canta, o caminhão baixa a marcha, sobe a ladeira, o diesel queimado fede no ar, e o vento sopra. Nada tem a ver com nada. Cada coisa faz parte do todo. E você no meio. Não no centro, mas no meio. Pronto para levantar a cabeça. Não tente. Levante. Ou não levante. Mas não tente.
Na igreja, de joelhos, os fieis pedem: “Senhor, tende piedade de nós!”. E há duas formas de entender isso: a forma certa, e a errada. “Sou digno de pena, um coitado” — é a interpretação errada –”tenham todos pena de mim, pois até a Deus estou pedindo”. Mas pode-se ouvir também o certo na mesma frase: “abri os olhos e vi como sou minúsculo, ínfimo, diante de tudo — tenho vergonha e peço perdão por ter me esquecido disso algumas vezes”. Deixe-se voar como um grão de areia. Viaje pelo mundo, sem nunca esquecer de que és um pequeno, microscópico, grão de areia. Ninguém tem pena de um grão de areia, nem de uma folha que cai de uma árvore, nem de uma borboleta que nasce e morre em um mesmo dia: tão maravilhoso, tão longo dia.
Dê para alguém o seu dia. Faça isso. O seu dia é a coisa mais preciosa que você tem, e se você não o guardar para si, mas der para alguém, estará fazendo a maior bondade de que serás jamais capaz. Reflita. Não simplesmente “venda” o seu dia. Não simplesmente “aproveite” o seu dia. Não simplesmente faça aquela história de “uma mão lava a outra”. Nada disso. Realmente dê o seu dia: é o que você tem para dar. Dinheiro, sorrisos, desdém, tudo é trocado sem valor. Mas dê o seu dia para alguém que precisa, para alguém que você sabe que não poderá retribuir. Surpreenda uma pessoa, faça algo que será lembrado. Os ecos do seu dia podem soar por muitos dias, por meses, por anos. Eles podem soar por séculos, e dar alegrias e realização inimagináveis, se você não os queimar na fogueira egocêntrica da auto-piedade. "
Preocupações? Não se preocupe, se ocupe! Sucesso é inspiração, mas é muito mais transpiração. Você está parado. Você espera a inspiração para começar a se mover. Espera aquela idéia de gênio, aquela visão clara, o corredor desimpedido até o gol. Não faça! Parta para a ação, pois a ação quase sempre traz inspiração — mas a inspiração com muita frequencia não leva à ação. Assim mexa-se já! Exponha-se! Tome vários ângulos! Ouça as crianças. Sinta os cheiros do mato. Molhe os pés na mangueira.
Acima de tudo, fuja da tua casca. Você não é o centro do universo. O mundo não foi feito para te torturar (nem para te alegrar). As coisas não conspiram contra você — e nem a seu favor. O vento sopra, o galo canta, o caminhão baixa a marcha, sobe a ladeira, o diesel queimado fede no ar, e o vento sopra. Nada tem a ver com nada. Cada coisa faz parte do todo. E você no meio. Não no centro, mas no meio. Pronto para levantar a cabeça. Não tente. Levante. Ou não levante. Mas não tente.
Na igreja, de joelhos, os fieis pedem: “Senhor, tende piedade de nós!”. E há duas formas de entender isso: a forma certa, e a errada. “Sou digno de pena, um coitado” — é a interpretação errada –”tenham todos pena de mim, pois até a Deus estou pedindo”. Mas pode-se ouvir também o certo na mesma frase: “abri os olhos e vi como sou minúsculo, ínfimo, diante de tudo — tenho vergonha e peço perdão por ter me esquecido disso algumas vezes”. Deixe-se voar como um grão de areia. Viaje pelo mundo, sem nunca esquecer de que és um pequeno, microscópico, grão de areia. Ninguém tem pena de um grão de areia, nem de uma folha que cai de uma árvore, nem de uma borboleta que nasce e morre em um mesmo dia: tão maravilhoso, tão longo dia.
Dê para alguém o seu dia. Faça isso. O seu dia é a coisa mais preciosa que você tem, e se você não o guardar para si, mas der para alguém, estará fazendo a maior bondade de que serás jamais capaz. Reflita. Não simplesmente “venda” o seu dia. Não simplesmente “aproveite” o seu dia. Não simplesmente faça aquela história de “uma mão lava a outra”. Nada disso. Realmente dê o seu dia: é o que você tem para dar. Dinheiro, sorrisos, desdém, tudo é trocado sem valor. Mas dê o seu dia para alguém que precisa, para alguém que você sabe que não poderá retribuir. Surpreenda uma pessoa, faça algo que será lembrado. Os ecos do seu dia podem soar por muitos dias, por meses, por anos. Eles podem soar por séculos, e dar alegrias e realização inimagináveis, se você não os queimar na fogueira egocêntrica da auto-piedade.

Extraido do site: simplesmente.com/2009/03/02/auto-piedade/

Frases




Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não 
é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decorre sua alma, em vez de esperar que 
alguém lhe traga flores.

William Shakespeare

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Namorar






namoro  tem como função a experimentação sentimental e /ou sexual  entre duas pessoas através da troca de conhecimentos e uma vivência com um grau de comprometimento inferior à do casamento. 

 O namoro é uma forma de convivência, onde duas pessoas que se gostam passam bastante tempo juntas. Não existe idade certa para começar a namorar, porque as pessoas são diferentes umas das outras e cada uma sente o momento certo para iniciar esta experiência. As razões para namorar podem ser diversas: amor, atração física, companheirismo, curiosidade, afinidades diversas, etc... Mas o fato é que, uma vez iniciado o namoro, surge uma boa oportunidade para conhecer melhor o outro, para fazer a descoberta do verdadeiro outro. Durante o tempo de namoro, o amor se desenvolve e se aperfeiçoa.
         
           É exatamente durante o namoro ou em uma amizade profunda e real que temos a oportunidade de conhecer o outro e de nos dar a conhecer “por dentro”. 

           Vocês podem se dar conta que para se conhecer o outro “por dentro”, é necessário tempo e esforço, não havendo possibilidade de enganos, pois o relacionamento entre duas pessoas que se querem bem não pode se basear em dados falsos, sob pena de se tornar um relacionamento mentiroso, que não dura muito tempo, pois “a mentira tem pernas curtas”. Tempo para conhecer o outro com profundidade (pode vir a se tornar o pai/mãe de meus filhos!!) e esforço de se dar a conhecer (às vezes não gostamos do modo como somos!!) , sem querer parecer melhor ou pior do que se é.

                 É preciso aproveitar bem o tempo que os namorados passam juntos, saindo, descobrindo coisas, praticando esportes, indo a teatros, cinemas, festivais, concertos de rock, viajando, conhecendo lugares e pessoas diferentes, enfim, criando oportunidades para observar o outro e para se deixar conhecer “por dentro”. Claro que durante o namoro, há também os tempos de maior intimidade, de demonstração de carinho, com beijos, abraços e carícias. 

              Fazemos muitas escolhas na nossa vida: nossa escola, nossos amigos, nossa profissão...nosso companheiro! Essa última é, talvez a mais importante escolha que fazemos. Por esse motivo, deve ser uma escolha muito bem pensada, amadurecida, pois dela vai depender a nossa felicidade futura.
O sexo é o cume do relacionamento entre duas pessoas que se amam. Para que este relacionamento intenso seja digno de duas pessoas racionais e livres é necessário que elas estejam totalmente comprometidas uma com a outra, compromisso que para ser verdadeiro tem que ser definitivo, pois não se pode falar em amor total durante certo tempo, sob pena de não ser total. Não se pode imaginar um amor verdadeiro sem compromisso.


Com a evolução da tecnologia, já é comum encontrar casos de pessoas cujo namoro se dá através das modernas formas de telecomunicação, como o telefone ou a internet Assim, sendo, casais podem namorar apesar de estarem em estados, paises ou continentes distintos.

Contrato de namoro

Contrato de namoro previne risco de casamento

Nem casamento, nem união estável. Apenas um namoro 
nos moldes contemporâneos, o que impõe um ingrediente a
mais: “o contrato de namoro”! O nome assusta, mas é a 
forma que algumas pessoas vêm encontrando para definir 
a relação e evitar problemas no seu desenlace.
Esses contratos, até pouco tempo inexistentes, estão 
sendo solicitados em alguns escritórios de advocacia 
ligados à família. A procura por esse serviço ainda é 
pequena, mas aponta sinais de crescimento. Seu 
surgimento está atrelado à entronização da união 
estável no ordemento jurídico, conforme explica a 
advogada Gladys Maluf Chamma.  “O tema ganhou 
relevância na medida em que a união estável, em vez
de trazer segurança ao cidadão, está lhe causando 
temor e insegurança. Atemorizados, as pessoas
evitam qualquer comprometimento afetivo mais
profundo a fim de fugir da possibilidade de reconhecimento
de união estável.”
Foi a maneira encontrada por alguns casais para 
deixar bem claro o teor daquela relação, ou melhor, 
daquele namoro. Para que não haja equívocos no futuro, 
caso os sobressaltos da vida levem ao fim do relacionamento.
Para a advogada Silvia Felipe Marzagão, que já fez alguns 
contratos desse tipo em seu escritório, “a linha que separa 
união estável de namoro é muito tênue”. Ela explica que os 
contratos têm o intuito de resguardar os patrimônios, pois 
atualmente é muito comum que um casal de namorados 
durma freqüentemente na casa do outro nos finais de semana, 
ou depois do trabalho, sobretudo se a casa de um for perto 
do trabalho do outro. Roupas e objetos na casa do parceiro(a), 
também são uma constante, bem como passear com o animal 
de estimação e outras atitudes que acabam por configurar intensa 
participação na rotina um do outro.
A advogada explica que não há uma jurisdição para esse tipo 
de contrato, ele não está previsto em lei.  “O contrato em si 
tem eficácia, mas como meio de prova da característica desse 
relacionamento, mesmo porque os fatos da vida podem se 
sobrepor a ele”. De qualquer forma, este papel contém a 
explícita intenção das partes de não constituir família, além 
de delimitar o início do relacionamento.
A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de 
São Paulo julgou recurso em uma “ ação movida a fim de 
se reconhecer a alegada união estável havida entre as partes, 
para fins de direito à partilha de bens e alimentos”. A câmara 
confirmou oa sentença de primeiro grau e negou provimento 
ao recurso da autora.
O desembargador relator do caso Grava Brasil entendeu não 
haver esse tipo de união “como bem apontou o Juízo de origem, 
nas razões de decidir: "Verifica-se que os litigantes convencionaram 
um verdadeiro contrato de namoro, celebrado em janeiro de 2005, 
cujo objeto e cláusulas não revelam ânimo de constituir família”.
A defesa da autora alegou em seu recurso que a relação, 
de quatro anos, acabou por causa do temperamento agressivo 
do ex-namorado. Argumentou que eles têm um filho, além de 
citar as provas, como fotos do casal e do relacionamento ser de 
conhecimento público. Logo, a autora teria direito a partilha de 
bens e fixação de alimentos.
Pesou na decisão do desembargador o fato deles só terem 
vivido juntos durante 6 meses. No mais, viviam em casas separadas, 
como ficou provado, só dividindo o mesmo teto durante os finais 
de semana. O desembargador também entendeu que a autora 
não depende economicamente do ex-namorado, pois já 
trabalhou anteriormente, mostrando ser apta ao trabalho e por fim, 
utilizou-se docontrato de namoro como meio de prova.
Em outra decisão, dessa vez do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro,
o desembargador Marcos Alcino Torres, relator do recurso, constatou 
que havia um contrato particular de união livre, assinado pelas 
partes, que sela qualquer possibilidade de partilha de bens.
Ainda assim muito se especula sobre a legalidade de um contrato 
de namoro e sua eficácia. A advogada Renata Mei Hsu Guimarães
 não vê sentido em tal contrato, acha uma ferramenta muito 
precária, e não recomenda ao cliente. Em casos semelhantes 
ela opta pelo “pacto de convivência”, o qual pode ser feito durante 
o namoro e continua válido caso o relacionamento evolua para 
uma união estável. Segundo Renata constaria desse pacto algo 
como “hoje há um namoro (com a descrição do relacionamento), 
mas se ele evoluir de forma pública, contínua e duradoura, com o 
objetivo de constituir família, configurando uma união estável de 
acordo com a lei, desde já se pactua essa união e seus efeitos, 
especialmente a opção por um determinado regime de bens que
a regerá (como, por exemplo, a separação total de bens) e assim por 
diante.” A advogada acredita que essa seria a forma de se fazer algo 
dentro da lei.
Para a advogada Gladys Maluf Chamma, o contrato de namoro 
não é a melhor opção. Ela defende “a elaboração de escritura 
pública de declaração, a ser lavrada em cartório de notas, e na qual,
as partes envolvidas declararão, para todos os fins e efeitos de 
direito, que mantém laços afetivos, namoram por muito tempo e 
muitas vezes pernoitam ou viajam juntas, mas que não têm intenção 
alguma de constituir união estável.”
Ainda segundo Gladys, nessa escritura deve ser ressalvado que 
todo e qualquer indício de união estável deve ser descartado e 
que, se um dia, os interessados decidirem por bem constituí-la, 
deverão fazê-lo através de outra escritura.
Contrato de namoro, pacto de convivência, contrato de relação 
amorosa ou contrato de liberdade, por menos romântico que 
pareça, são todos nomes que servem como ferramenta para 
assegurar às partes o que cabe a cada um quando uma relação
chega ao fim!
extraido do site:
http://www.conjur.com.br/2011-jun-12/casais-fazem-contrato-poder-namorar-risco-casamento