Falando sobre tudo

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Justiça oficia casamento lesbico no ABC


quinta-feira, 14 de julho de 2011 


Justiça oficializa casamento lésbico no ABC


Esta foi a primeira união homossexual oficializada na região

                                


O Tribunal de Justiça de São Paulo divulgou ontem a oficialização do primeiro casamento homossexual do ABC e segundo do Estado. De acordo com o órgão, o pedido foi feito por duas mulheres de São Bernardo que afirmaram viver em união estável há sete anos e optaram pela comunhão parcial de bens. 

O Ministério Público se manifestou contrariamente ao pedido. Mesmo assim, o TJ aceitou a oficialização com base na decisão do Supremo Tribunal Federal de maio que reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo. “Por derradeiro, repita-se que o comando emanado pelo E. Supremo Federal é claro: à união estável entre as pessoas do mesmo sexo devem ser aplicadas as mesmas regras e consequências da união estável heteroafetiva”, diz a decisão.


O primeiro casamento entre duas mulheres no país foi oficializado no dia 27 de junho, no Distrito Federal. Já Luiz André de Rezende Moresi, 37 anos, e José Sérgio Santos de Sousa, 29, de Jacareí, foram os primeiros homossexuais a se beneficiar da decisão do Supremo no Brasil.

Desejos proibidos


                      DESEJOS PROIBIDOS





FICHA TÉCNICA




Título no Brasil:  Desejo Proibido
Título Original:  If These Walls Could Talk 2
País de Origem:  EUA
Gênero:  Drama
Tempo de Duração: 96 minutos




Três historias de luta, rejeição e aceitação. O preconceito sofrido dentro e fora do mundo homossexual. O filme conta três historias diferentes, em épocas diferentes. Nos mostra assim, como as coisas mudam, ao longo dos anos e como podem mudar, no futuro.


A primeira historia mostra uma linda união, por 50 anos, regada de muito amor, aonde dividiam a vida, a casa, a cama e os momentos felizes. Constuiram patrimônio juntas; Abby e Edith foram felizes por 50 anos, até que Abby sofre um acidente deixando Edith sozinha para enfrentar, além da dor da perda e com ela a impossibilidade da luta real pelos seus direitos.


A segunda, conta historia de quatro amigas que fundam um grupo feminista na faculdadee acabam sendo expulsas por serem lésbicas. Resolvem conhecer um bar gay e lá encontram androgenas ( vestimenta masculina) e não aceitam, por acharem que não lutam pelos direitos femininos. Linda conhece Amy ( andrógena), se apaixona e sofre preconceito das três amigas, pois Amy se veste de forma masculina.


A terceira história é de Kal e Fran, que enfretam a dificuldade de ter um filho, no banco de esperma 





Toque de Veludo


TOQUE DE VELUDO



FICHA TÉCNICA

Drama, Romance /
 Duração: 2h:58m / 
Produção: Inglaterra /
 Direção: Geoffrey Sax 
Elenco: Rachael Stirling, Keeley Hawes, Anna Chancellor, Jodhi May


Um romance irreverente, sensual e multifacetado, cuja acção se desenrola na Inglaterra vitoriana. Toque de Veludo acompanha a carreira fulgurante de Nan King - a rapariga humilde que se transformou em vedeta do music-hall e que, após um percurso dissoluto, se redescobre como lésbica no East End.




quarta-feira, 25 de julho de 2012

Lisbela e o Prisioneiro

LISBELA E O PRISIONEIRO


Lisbela e o Prisioneiro



FICHA TÉCNICA

Filme Brasileiro
Duração: 1h e 50 min
Direção: Guel Arraes
Atores:
Marco Nanini
Selton Mello
Heloisa Périssé
e outros





Lisbela (Débora Falabella) é uma moça que adora ir ao cinema e vive sonhando com os galãs de Hollywood dos filmes que assiste. Leléu (Selton Mello) é um malandro conquistador, que em meio a uma de suas muitas aventuras chega à cidade de Lisbela. Após se conhecerem eles logo se apaixonam, mas há um problema: Lisbela está noiva. Em meio às dúvidas e aos problemas familiares que a nova paixão desperta, há ainda a presença de um matador (Marco Nanini) que está atrás de Leléu, devido a ele ter se envolvido com sua esposa (Virginia Cavendish).









Monster

    MONSTER



FICHA TÉCNICA


109 min -  


Bibliografia, Crime, Drama
Direção: Patty Jenkins
Atores:
Charlize Theror

Christina Ricci
Bruce






Um conto escuro baseado na história real de Aileen Wuornos, uma das primeiras mulheres da América serial killers. Wuornos teve uma infância difícil e cruel atormentado por abuso e uso de drogas no Michigan. Ela se tornou uma prostituta até a idade de 13, no mesmo ano ela ficou grávida. Ela acabou se mudando para a Flórida, onde começou a ganhar a vida como prostituta rodovia - manutenção dos desejos de semi-condutores de caminhões. O conto centra-se no período de nove meses entre 1989 e 1990, durante o qual Wuornos teve uma relação lésbica com uma mulher chamada Selby. E durante esse tempo mesmo, ela também começou a assassinar seus clientes, a fim de obter dinheiro sem o uso de sexo. Este virou o jogo em um fenômeno bastante comum de prostitutas de estrada do sexo feminino, sendo as vítimas de assassinos em série - em vez Wuornos, ela mesma, realizou as ações de um assassino de sangue frio. 





sexta-feira, 20 de julho de 2012

A Chance da minha vida


              A CHANCE DA MINHA VIDA






FICHA TÉCNICA



  • La Chance de Ma Vie

  • Gênero: Comédia e Romance
  • Duração: 87 min.
  • Origem: França e Bélgica
  • Estreia em DVD: 10/10/2011
  • Direção: Nicolas Cuche
  • Roteiro: Luc Bossi e Laurent Turner
  • Distribuidora: Califórnia Filmes
  • Censura: 14 anos
  • Ano: 2010




Julien tem um grave problema. Apesar de ser um brilhante assessor matrimonial, é incapaz de ter uma relação que dure mais de 15 dias. Ele é um autêntico mau agouro para as mulheres. E não é um desses que dão um pouquinho de má sorte, não. Seus maus agouros as mandam para o hospital, fazem perder o emprego e os amigos… Julien é o pior dos piores para as mulheres e Joana não tardará a se dar conta disso quanto seus caminhos se cruzarem.




domingo, 15 de julho de 2012

Com quem fica a guarda?



Ex-casal de lésbicas disputa a guarda do filho na Justiça em São Paulo




Uma polêmica dos tempos modernos: um casal de lésbicas tem um filho: uma doou o óvulo, e a outra engravidou. Agora, elas se separaram. Com quem fica a criança?


O que a Justiça determina quando as mulheres envolvidas formam um casal? Em São Paulo, duas lésbicas, que tiveram um filho juntas, agora brigam pela guarda da criança. Afinal, quem é a mãe nesse caso? 


O quarto decorado, os brinquedos: tudo na casa lembra uma criança, fruto de uma relação entre duas mulheres. O casamento delas durou oito anos. No terceiro ano em que elas estavam juntas, decidiram ter um filho. 

Fantástico: Qual acordo vocês fizeram? 
Mulher: Eu entraria com o óvulo, com o material genético, e ela gestaria essa criança. E seria o nosso filho, o filho de ambas. 
Fantástico: Vocês pensaram naquele momento que um dia vocês poderiam se separar? 
Mulher: A partir do momento da gestação, a gente já ia entrar com pedido de registro de dupla maternidade. Coisa que não existia na época ainda. 
Fantástico: Vocês chegaram a fazer esse pedido? 
Mulher: Não, porque, quando a gestação se tornou real, ela mudou de ideia. Ela dizia que achava que ele seria descriminado, que ele sofreria preconceito na rua, e que por isso ela não queria mais fazer a dupla maternidade. 

Ao nascer, o bebê foi registrado com o nome da mãe que deu a luz e o pai desconhecido. 

Fantástico: Depois que o filho nasceu, quanto tempo depois vocês se separaram? 
Mulher: Três anos depois. E passei a ter dificuldade de vê-lo. Não deixava eu chegar até o apartamento. Ela não deixava, ela não atendia o telefone. Eu ia até o prédio onde eles moravam, tocava a campainha e ela não abria a porta. 
Fantástico: O que ela alega para não te deixar ver a criança? 
Mulher: Ela olha para mim e fala: ‘Você não está entendendo o que está acontecendo. Você é só uma visita dele. Você não é nada dele'. 
Fantástico: O que você quer hoje? 
Mulher: Hoje eu quero a reversão de guarda. Hoje, eu quero ele para mim. 

Nós tentamos falar com a ex-companheira dela, mas ela não quis dar entrevista. 

Fantástico: O que a lei diz objetivamente hoje sobre a situação das duas? Da que é dona do óvulo e da que é dona da barriga? 
Patricia Panisa, advogada: A lei não diz. Especificamente para o caso dela, a lei não diz. 
Fantástico: Não existe nada na lei. 
Patricia Panisa, advogada: Especificamente, não. 
Fantástico: O que falta na verdade é a lei se adequar à essas novas famílias que estão se formando? Homoafetivas? 
Patricia Panisa, advogada: Falta regulamentação específica. Mas ausência de regulamentação específica não é impedimento para que se reconheça hoje, já. 

“Nós não temos nada na nossa legislação brasileira que fale sobre a reprodução assistida. Só tem mesmo a nossa resolução que ela atua exclusivamente eticamente e não juridicamente”, afirma Hiran Galo, coordenador de Reprodução Assistida do Conselho Federal de Medicina. 

Cada vez mais essas novas famílias vêm se formando, e a discussão sobre quem é a mãe, se é a dona do óvulo ou a dona da barriga, já está até na novela. Na trama de “Fina Estampa”, a médica Danielle usa um óvulo doado por Beatriz para gerar o filho de Ester. 

O assunto divide a opinião dos telespectadores e até próprias atrizes. “Eu acho que a Vitória tem que ficar com a Bia. Eu acho não, eu tenho certeza. O fato de você ser mãe biológica, os códigos genéticos são seus”, declara a Monique Alfradique. 

“Dou toda a razão para ela, mas também dou toda a razão para a Ester, que não tem nada a ver com isso. Ela pagou aquele tratamento, ela quis aquele filho, e aquilo é dela”, defende Júlia Lemmertz. 

No caso da novela, o destino da criança está nas mãos do autor, Aguinaldo Silva. “Eu queria discutir exatamente essa coisa de como a família vai se transformando às custas do progresso da ciência, mas continua sendo a mesma família de sempre”, diz o autor. 

Na vida real, hoje, vários casais homoafetivos disputam na Justiça a guarda de crianças. 

Fantástico: Qual é a orientação que você daria para mulheres que vivem hoje essa mesma situação? 
Patricia Panisa, advogada: Teve a criança? Já promove a ação, a ação para reconhecer a dupla maternidade. 

Foi o que fez um casal de mulheres com seus filhos gêmeos. Eduardo e da Ana Kalil Tito são filhos de Munira Kalil e Adriana Tito e têm duas certidões de nascimento. 

Fantástico: Todo mundo no primeiro momento estranha? 
Munira Khalil, mãe: Para começar no cartório, na hora de registrar as crianças, o pessoal falou 'nossa, vou pedir até um dia para vocês para gente poder mudar o sistema aqui, porque está pai e mãe'. 
Adriana Tito, mãe: Ou então quando estão as duas, perguntam ‘quem é a mãe?’ As duas. ‘A mãe que está na certidão?’ As duas. ‘E a mãe de barriga?’. Então, fui eu. Mas ela é mãe de óvulo 
Munira Khalil, mãe: O ovulo é meu. 

Fantástico: Quantas vezes vocês ouviram não da Justiça para a dupla maternidade? 
Adriana: Cinco vezes. 
Fantástico: Alegando? 
Adriana: Alegaram muitos absurdos para falar a verdade. Aí no dia 3 de janeiro de 2011, a gente recebe a ligação: ‘o juiz julgou, ganhamos’. Era advogada chorando, a gente chorando, todo mundo chorando. Parece que as pessoas estão mais sensíveis a essa relação, a essas famílias diferentes. 
Fantástico: Isso foi muito importante para vocês? 
Munira: Muito demais. 
Adriana: É muito importante. 

Fantástico: Quem é realmente a mãe, de direito? Quem gera ou quem doou o óvulo? 
Adriana: Acho que a mãe que gerou, porque ela ficou nove meses com a criança na barriga. Ela amamentou, passou todas as dores do parto. E também sem o óvulo não acontece nada disso. 
Fantástico: Munira, você concorda com ela? 
Munira: Vi que nessa eu rodei. Algo que a gente vai pensar agora. Mas nunca ia tirar dela. E acho que ela também nunca faria isso comigo. 
Adriana: Nunca, jamais. 
Fantástico: Pelos filhos? 
Adriana: Pelos filhos e pela vida que nós temos. O respeito é acima de tudo. Filhos são para sempre. 

O caso de Munira e Adriana foi o primeiro naJustiça e abriu precedente para outros casais também conseguirem a dupla maternidade. 




Fantástico: Você quer lutar pelo direito de ser mãe? 
Mulher: Eu quero ser mãe. Eu já sou mãe nos cuidados. Agora, eu quero ser mãe legal, legítima. Eu quero exercer esse direito legalmente, porque ele tem orgulho de mim, e eu quero meu filho junto comigo.



Com quem fica a guarda 2



Casal de lésbicas briga na Justiça pela guarda do filho


Elas tiveram o bebê juntas; uma gerou a criança a partir do óvulo da outra.
Falta de regulamentação específica dificulta resolução do caso em SP.







Duas mulheres homossexuais estão brigando na Justiça, em São Paulo, pela guarda do filho que tiveram juntas. O principal problema agora é definir quem é a verdadeira mãe, pois uma delas gerou a criança em seu útero a partir do óvulo da outra mulher.
Elas decidiram ter um filho depois de três anos juntas. “Eu entraria com o óvulo, com o material genético, e ela geraria essa criança. E seria o nosso filho, o filho de ambas”, afirmou uma das mulheres, que preferiu não se identificar.
O casal entraria com um pedido de registro de dupla maternidade. No entanto, o pedido não foi feito porque elas temiam que a criança pudesse ser discriminada. Ao nascer, o bebê foi registrado com o nome da ex-companheira, que deu à luz, e com pai desconhecido.
O casal se separou três anos depois do nascimento da criança. “Passei a ter dificuldade para vê-lo. Não me deixava chegar até o apartamento. Ela não atendia ao telefone. Eu ia até o prédio onde eles moravam, tocava a campainha e ela não abria a porta”, diz a mulher.
“Ela olha para mim e fala ‘Você não é nada dele'", afirmou a mulher. "Eu quero ser mãe. Eu já sou mãe nos cuidados. Agora, eu quero ser mãe legal, legítima. Eu quero exercer esse direito legalmente, porque ele tem orgulho de mim, e eu quero meu filho junto comigo.”Agora, a mulher  afirmou que pretende pedir a reversão da guarda. Procurada pela reportagem do Fantástico, a ex-companheira não quis dar entrevista.
Falta de lei

Não existe lei que aborde a situação das mulheres em relação à criança gerada dessa forma, segundo a advogada Patrícia Panisa. “Não, não existe nada especificamente. Sobre quem é a mãe, se é a doadora de um óvulo ou se é mãe de aluguel, a lei de registros públicos nada diz. Falta regulamentação específica”, afirma.



Cada vez mais essas novas famílias estão se formando, e a discussão sobre quem é a mãe, se é a dona do óvulo ou a dona da barriga, já está até na novela. Na trama de “Fina Estampa”, a médica Danielle Fraser usa um óvulo doado por Beatriz para gerar o filho de Ester.
O assunto divide a opinião dos telespectadores e até das próprias atrizes. “Eu acho que a Vitória tem que ficar com a Bia. Eu acho não, eu tenho certeza. O fato de você ser mãe biológica, os códigos genéticos são seus”, declara Monique Alfradique, que interpreta Beatriz.
“Dou toda a razão para ela, mas também dou toda a razão para a Ester, que não tem nada a ver com isso. Ela pagou aquele tratamento, ela quis aquele filho, e aquilo é dela”, defende Julia Lemmertz.
Nesse caso, o destino da criança está nas mãos do autor da novela, Aguinaldo Silva. “Eu queria discutir exatamente essa coisa de como a família vai se transformando às custas do progresso da ciência”, diz o autor.
Orientação

A orientação para casais que vivem situações parecidas é não esperar um rompimento para entrar com o pedido de dupla maternidade. Foi o que fez o casal de mulheres Munira Kalil e Adriana Tito com seus filhos gêmeos.



Elas contam que a Justiça negou cinco vezes o pedido para a dupla maternidade, alegando que não havia necessidade. “No dia 3 de janeiro de 2011, a gente recebe a ligação: ‘o juiz julgou, ganhamos’. Era advogada chorando, a gente chorando, todo mundo chorando. Parece que as pessoas estão mais sensíveis a essa relação a essas famílias diferentes”, afirmou Munira.

Com quem fica o filho, na visão juridica




Novas formas de família impõem  desafios à Justiça de SÃO PAULO


O Judiciário não pode mais se esquivar de decisões espinhosas como a que envolve a disputa pela guarda do filho das enfermeiras Amanda e Gisele. E ele deve se preparar para os desafios impostos pelas novas formas de famílias.
A avaliação vem de juízes ouvidos pela Folha.Para a juíza da vara de família Deborah Ciocci, desde que o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu a união estável para casais do mesmo sexo, questões como o registro de crianças em nome de duas mulheres devem ser enfrentadas de igual modo.

"Muitos dos fatos da vida não previstos em lei rompem as portas da Justiça e pedem solução. As novas famílias são mulheres com filhos concebidos com sêmen de doador, casais do mesmo sexo com filhos, crianças nascidas após a morte dos pais e filhos sem vinculo biológico com um ou ambos os pais."

O desembargador Ericksson Marques concorda. "Antes, a principal questão dos casais gays era atrimonial. O STF já resolveu isso. Agora há outras questões que também precisam de respostas." Para ele, "mais cedo ou mais tarde os juízes vão ter que decidir quem é a mãe e quem é o pai em uma união homoafetiva".

No caso específico do ex-casal de lésbicas de São Paulo, Ciocci acredita que o caso deve ser julgado a partir dos mesmos parâmetros usados em uma disputa envolvendo um casal heterossexual.
"É como uma família qualquer, como se fosse pai e mãe.Deve-se levar em conta as condições sociais, psicológicas e econômicas de cada um e decidir o que é melhor para a criança."