Falando sobre tudo

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Poema de Vitoria ACosta



 
clica na seta no meio da figura para dançarmos




Dançando com Você

Quero dançar com você, aceita esta contra dança minha querida?  Estou estendendo a minha mão, para que você a toque e assim eu a possa levar para dentro dos meus sonhos e poderemos dançar essa música. Sinta a minha mão te levando até meu corpo e deixando o seu corpo bem próximo ao meu. Neste momento você é só minha e vamos dançar até que a música se finde. Não pense em nada, apenas me sinta e sonhe. Gosto de te-la em meus braços e esta música me leva a sonhar.  Seu corpo esta colado ao meu e estamos no ritmo da música. Sinto o teu cheiro e a tua pele, você. Seu rosto encostado ao meu , seus braços levemente encostados em meus ombros e os meus em sua cintura. O ritmo do seu corpo me alucina. Começo a sussurar no seu ouvido. Não fale nada, somente escute e me sinta, como eu sinto você. Chega mais perto, me deixe senti-la, posso sentir o seu calor.  Consegue escutar a minha voz? Então feche seus olhos e me sinta, e ouça tudo que sempre quis lhe dizer e que estou dizendo agora, dançando com você. 
Esta noite quero sentir você em mim e quero que você  me sinta em você. Seremos um só ser, pela força do amor e da música que ora, nos proporciona esse momento. Você dança bem, minha querida e eu estou feliz por você estar aqui comigo. Toco seu rosto suavemente, meu toque te faz arrepiar. Sua pele me aceita e seu cheiro me conforta. Estamos na mesma sintonia e a música pode nos levar a qualquer lugar que queiramos estar. Deslizo minhas mãos pelas suas costas no mesmo ritmo em que a música esta tocando, a sensação é maravilhosa e meu desejo por você fica evidente em meu corpo, em minha respiração e em meu olhar. O tempo não apadrinha sentimentos distantes e a lembrança é madrasta da felicidade. Quem sabe, algum dia eu vá lembrar da nossa historia sem sofrimento? Quem sabe, eu nem mais lembre do seu rosto, apenas da historia? Por que teve que ser assim? Por que?  Mas, agora, nada disso me importa, por que você esta aqui e eu posso te sentir. Neste momento você só pertence  a mim e a minha história de amor.  Talvez quando esta musica terminar, todos os meus sonhos e lembranças terminem também, nao sei. Mas, isso sou eu quem vai decidir e não você. Por que aqui, aqui você é minha, até onde eu quiser que a musica ecoe. A musica esta acabando e você se vai com ela, talvez eu te traga de novo para meus sonhos e novamente possamos dançar, mas agora, deixo-a ir e continuo com a lembrança e a saudade. Adeus meu grande e eterno amor.

Vitoria ACosta





Poema de Carlos Drummond de Andrade






A UM AUSENTE



Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.


Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?


Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.


Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste


Carlos Drummond de Andrade




Poesias de Vinicius de Moraes





"Tomara
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais..."
Como Eu Quero Viver com Você....o Verdadeiro Amor..que Não Se Desfaz ...
Vinícius de Moraes




quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Homossexualidade





Homossexualidade ( homo = igual e Sexus = sexo; sexo entre iguais, se referindo a atração física, estética e emocional por outro ser do mesmo sexo. Enquanto Orientação Sexual, a homossexualidade se referea "um padrão duradouro de experiências sexuais, efetivas e românticas entre pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade é uma das três principais categorias de orientação sexual, junto com a bissexualidade e a heterossexualidade. Ao longo da historia da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram tolerados ou condenados e em alguns momentos e sociedade tambem foram admirados. Bem, na epoca em que foram condenados, eram tido e visto como pecado ou doença e em alguns momentos foram proibidos pela lei da epoca. " Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental. " Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais variam de pais em pais, por sua cultura local. Em alguns lugares o casamento gay é legalizado, em outros considerados crime , com penas severas.
Desde 1973, as principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, (distúrbios ou perversão), deixando de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria, em 1975. No Brasil, somente deixou de ser considerada doença em 1985, quandoO Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999 estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual. Mas, somente em 1990, a OMS (Organização Mundial de Saúde) retirou da sua lista de doenças mentais, o CID (Classificação internacional de Doenças). Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.


Atualmente, a questão homossexual vem ganhando bastante espaço, nos meios de comunicação (TV, radios, internet, jornal etc), nas alas de decisão judicial, nas paradas GAYS, ao ar livre, e nas conversas do dia-a-dia a figura do homossexual deixa de ser uma especulação para bater a porta de todo e qualquer individuo de nossa sociedade. Muitos chegam a questionar se eles realmente compõem um “grupo minoritário” da sociedade contemporânea.  "O mundo é Gay", diz o ditado popular.


Já houve tempo em que o envolvimento sexual era tido como metodo pedagogico. Na cidade-Estado de Atenas, os filósofos colocavam o envolvimento sexual com seus aprendizes como um importante instrumento pelo qual se estreitavam as afinidades afetivas e intelectuais de ambos. Entre os 12 e os 18 anos de idade o aprendiz tinha relações com seu tutor, desde que ele e os pais do menino consentissem com tal ato. Já em Roma, havia distinções onde a pederastia era encarada com bons olhos, enquanto a passividade de um parceiro mais velho era motivo de reprovação.  O cristianismo veio com a idéia de que o sexo entre iguais era pecado. No final do Império Romano, várias ações de reis e clérigos tentaram suprimir o homossexualismo. Ainda assim – ao longo da Idade Moderna – tivemos vários relatos de representantes da nobreza tiveram casos com parceiros e parceiras do mesmo sexo. 


No século XIX, com a efervescência das teorias biológicas e o auge da razão como verdade absoluta, teorias queriam dar uma explicação científica para o homossexualismo. No século XX, a lobotomia cerebral foi declarada como uma solução cirúrgica para que quisesse se “livrar” do hábito. Nesse mesmo período, diversos grupos lutaram pelo fim da discriminação e a abolição da classificação científica que designa o homossexualismo como doença. 


Mesmo que ainda o tema cause muito preconceito e levante tabu entre as pessoas, devemos perceber que a identidade sexual não pode ser vista como um dado a ser controlado por alguém ou por alguma instituição. Antes de qualquer justificativa, seja contra ou a favor dos homossexuais, devemos colocar o respeito ao outro como princípio máximo dessa questão.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ex mulher de Joana responde




Ex-mulher de Joanna, Marta, acusa cantora de agressão


Maria Marta Vieira, que viveu 20 anos com a cantora, contou a jornal que foi espancada por ela.


A cantora Joanna está sendo acusada de agressão pela ex-companheira, a empresária  Maria Marta Vieira, de quem se separou em 2009, após 20 anos de relacionamento. Ao jornal "O Dia", Maria confirmou que entrou com um processo contra a ex em agosto deste ano e apresentou diversas fotos de marcas de espancamento à publicação. A briga teria acontecido em 11 de janeiro de 2010.
"Ela me pegou pelas mãos e começou a me chutar. Me bateu de quase me matar. Fiquei cheia de marcas nos pulsos e de esganamento no pescoço. Não sei como, mas ela ainda foi cantar em Volta Redonda no dia seguinte", desabafou a ex da cantora.
Procurada pelo jornal, Joanna teria se negado a comentar as declarações de Marta. Na delegacia, ela teria declarado que agiu em legítima defesa, e descreve a empresária como ciumenta e possessiva.

"Joanna me bateu até quase me matar", diz ex-companheira da cantora


O que começou como um lindo romance entre a cantora Joanna e sua ex-empresária, Maria Marta Vieira, foi parar no 3º Juizado da Violência Doméstica Contra a Mulher de Jacarepaguá. Foram 20 anos de relação - sendo 15 deles com Marta cuidando da carreira de Joanna - até 2009, quando se separaram, mas continuaram sob o mesmo teto, - período no qual criaram uma empresa, tiraram muitas fotos e trocaram cartas de amor.
Porém, Maria Marta entrou na Justiça contra a ex alegando ter sido agredida - a Lei Maria da Penha também é aplicada para relações homoafetivas. "Ela me pegou pelas mãos e começou a me chutar. Me bateu de quase me matar. Fiquei cheia de marcas nos pulsos e de esganamento no pescoço. Não sei como, mas ela ainda foi cantar em Volta Redonda no dia seguinte", desabafa Maria Marta.
Procurada por nossa equipe, Joanna não quis comentar as declarações da ex-companheira. Na delegacia, a cantora declarou que agiu em legítima defesa, e descreve Marta como ciumenta e possessiva. A briga teria acontecido em 11 de janeiro de 2010. "Existem vários processos em razão desse caso, que deveriam estar reunidos em um só, mas foram separados. Isso foi uma atitude atípica do Judiciário", ressalta a advogada de Maria Marta, Tereza Gavinho.
Enquanto a audiência não é marcada, Marta busca acessar o conteúdo de um CD que Joanna anexou ao processo como prova em seu favor. Ela conta que, impedida pela juíza do 3º Juizado da Violência Doméstica, buscou o direito de vistas ao CD através de mandado de segurança, o que foi concedido pelo desembargador Siro Darlan. Ela aguarda, agora, a liberação pela juíza. "Não sei o conteúdo, mas pode ser a gravação de um recado bem malcriado que eu deixei para a Joanna quando soube que ela já estava com outro empresário. Preciso ter acesso para preparar uma contraprova. Não posso ir para a audiência sem saber do que precisarei me defender", diz a empresária.
Maria Marta relata que descobriu que estava sendo traída por Joanna em 2007. "Eu a flagrei, em Portugal, com a namorada de sua melhor amiga na época, uma pessoa muito rica e influente e que abriu muitas portas para ela lá. Hoje, não suporta a Joanna", recorda.
Ela conta que, quando começaram a relação, Joanna acabara de ser enganada por uma antiga empresária, o que a tirou do mercado por um tempo. "Ela não tinha presença de palco, fui eu quem dirigiu cenicamente a Joanna, com a minha experiência de cantar na noite. Vendi meu bar, meu carro, investi tudo na carreira dela e nunca ganhei nada", alega.
Mesmo convicta da traição, Maria Marta viajou de férias para Las Vegas com Joanna: "Foi maravilhoso, fomos ao show da Celine Dion, tiramos muitas fotos. Até fiz de conta que não tinha acontecido nada".
De acordo com Maria Marta, em novembro de 2007 Joanna assumiu o caso extraconjugal: "Ela disse que me amava, mas no dia seguinte já estava trancada no banheiro, falando com a portuguesa ao telefone", descreve.
Ela conta que fizeram ainda outra viagem memorável, em 2008, para a Itália: "Na volta, discutimos novamente e ela me ameaçou, dizendo que se eu não saísse de casa, aconteceria uma tragédia. Em março de 2009, terminamos a relação, mas continuamos morando na mesma casa. Hoje, estou quase passando fome, e a Joanna está bancando essa portuguesa, que é uma professora de História, uma pobre coitada", descreve.
Joanna lança CD dedicado à música católica
Apesar de ter lançado recentemente o CD Em Nome de Deus - Joanna Canta Padre Zezinho, em homenagem a seus 30 anos de carreira e 45 anos de vida musical do padre, a cantora anda meio sumida dos holofotes desde 2009.
Figura fácil nos palcos e na mídia nas décadas de 80 e 90, e intérprete querida por compositores como Roberto Carlos e Milton Nascimento, Joanna estaria refugiada em uma fazenda em Pernambuco, por conta dos problemas com a ex-companheira Maria Marta.
A assessoria de imprensa da gravadora Sony, pela qual Joanna lançou o álbum, confirma que a cantora não tem nada agendado para promover o novo trabalho. Atualmente, quem responde por sua agenda de shows é o pernambucano Mario Luiz.

Ex-mulher da cantora Joana entrará com pedido de pensão

Após vinte anos de união a empresária Maria Marta entrará na justiça
A empresária Maria Marta Vieira entrará com o pedido de pensão depois de se separar oficialmente da cantora Joana, com quem viveu  vinte anos. A separação aconteceu há dois meses e foi a primeira a ser realizada em vara de família depois da aprovação da união estável homoafetiva.

Segundo a advogada Márcia Alice Santos, que representa Maria Marta, sua cliente pretende também entrar com um pedido de pensão alimentícia com a alegação de ter se  dedicado a empresariar Joana durante todo o tempo que mantiveram o relacionamento. “ Ela tinha outro emprego, trabalhava também na área artística e abandonou tudo para cuidar da carreira da cantora. Como era empresária da artista, acabou também perdendo o emprego e ficando sem forma de sustento”, afirmou a advogada. Ela acrescentou que também irá recorrer solicitando a divisão dos bens que adquiriam durante a união.

Além desse processo, a advogada afirmou existir outro que acusa  Joana de ter agredida fisicamente sua ex-companheira  após a separação.  A cantora Joana pode ser enquadrada na Lei Maria da Penha. Por não estar a frente desse processo, a advogada Márcia Alice, não comentou detalhes da agressão mas garantiu que a cliente contou a verdade sobre a briga que teria  acontecido no apartamento, no qual as duas moravam.




Cantora Joana agride companheira




Cantora Joana agride ex-companheira e caso vai parar na delegacia



16 de agosto de 2011 http://noticias.terra.com.br/


A cantora Joanna é acusada na justiça de agredir ex namorada


A briga entre a cantora Joanna e a ex-namorada, a empresária Maria Marta Vieira, parou no 3º Juizado da Violência Doméstica contra a Mulher de Jacarepaguá. Maria Marta alega que foi agredida em janeiro. As duas tinham rompido o relacionamento de 20 anos. Segundo Maria Marta, por ter sido traída pela artista. Mas as duas continuavam convivendo no mesmo apartamento até que o imóvel fosse vendido e o dinheiro, repartido.

Joanna garante que agiu em legítima defesa, se defendendo das agressões da ex. A cantora descreve Maria Marta como ciumenta e possessiva. A Lei Maria da Penha também é aplicada para relações homoafetivas.
Maria Marta teria ciúme de Joanna por causa de antigo caso da cantora com uma portuguesa. A amigos próximos, a cantora confidenciou que a ex-namorada não aceitava a separação. A artista não queria que o caso fosse registrado por causa da sua vida pública.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Um caso de violência doméstica entre um casal de lésbicas foi parar no 3º Juizado da Violência Doméstica contra a Mulher de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, mas não é um casal comum: trata-se do bafão entre a cantora Joanna e sua ex-companheira, a empresária Maria Marta Vieira, com a vivia em união estável há 20 anos.Segundo Maria Marta, por ter sido traída pela artista. Mas as duas continuavam convivendo no mesmo apartamento até que o imóvel fosse vendido e o dinheiro, repartido.Joanna não queria levar o caso para a Justiça por causa de sua vida pública, mas não teve jeito Joanna garante que apenas se defendeu na briga, ou seja: agiu em legítima defesa. A cantora descreve a ex-namorada como ciumenta e possessiva. A Lei Maria da Penha também é aplicada para relações homoafetivas.Da Redação com informações do Jornal O Dia e Mix Brasil


22/08/2011 17:16 - Fonte: Mix Brasil - Edição Edgar Rocha
Um caso de violência doméstica entre um casal de lésbicas foi parar no 3º Juizado da Violência Doméstica contra a Mulher de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, mas não é um casal comum: trata-se do bafão entre a cantora Joanna e sua ex-companheira, a empresária Maria Marta Vieira.

Maria Marta alega que foi agredida em janeiro deste ano pela ex, que se defende dizendo que agiu em legítima defesa porque Maria Marta, classificada por ela como ciumenta e possessiva, não aceita o fim do relacionamento entre as duas e começou a agredi-la. Segundo Maria Marta, Joanna a teria traído.
As duas não estavam mais juntas, mas continuavam morando no mesmo apartamento até que ele fosse vendido e o dinheiro repartido. Joanna não queria levar o caso para a Justiça por causa de sua vida pública, mas não teve jeito. Só para lembrar, a Lei Maria da Penha, que dispõe sobre a violência doméstica, também é aplicada para casais homoafetivos.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Fetiche e Fantasia é a mesma coisa?



Fetiche e Fantasia é a mesma coisa? Quando me masturbo tenho fantasias e taras que na real não aceitaria ou faria e que até muitos iriam me julgar doente. Sou uma pervertida?

Envido por e-mail por Anônima Perdida

Bem, vamos tentar entender o que se passa com voce, quanto as dúvidas do que é normal ou " pervertido".

Na seção Fetiche, postamos mais de 100 deles, dentro incluimos taras e perversões. Não era, a principio, necessário separa-los, pois não nos achamos capacitados para tal feito. 

Encontramos no dicionario on line: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fetiche; 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fantasia_sexual


FETICHE O objeto do fetiche é a representação simbólica de penetração, tem conotação sexual, é um objeto parcial e não representa quem está por trás do objeto,

 EX.: os pés - a adoração por pés recebe um nome especial de podolatria

FANTASIA SEXUALFantasia sexual ou fantasia erótica é um desejo  latente acerca de um ambiente sexual ou situação sexual que possa aumentar a sensação de prazer na hora do ato sexual. Em outra definição temos: fantasia sexual  é um tipo de fantasia psicológica relacionada ao sexo

EX.: A pessoa fantasia transar com diversas parceiras e obtém grande prazer ao pensar nessa relação quando se masturba, mas não necessariamente é o que ocorre ou ocorria na vida real.

"Não se pode estabelecer um limite entre o que é considerado normal e o que é perversão nas diferentes buscas de prazer sexual. Os conceitos são frutos das regras sociais estabelecidas entre os diversos povos. Alguns atos podem ser qualificados como "tara" em determinados grupos e, em outros, recebidos como normais. A masturbação tornou-se aconselhável para o reconhecimento do corpo, para descoberta do orgasmo e pra aliviar a tensão sexual acumulada.
As práticas sexuais com animais, tão antigas quanto freqüentes, são consideradas normais nas regiões rurais brasileiras, entre adolescentes e adultos que não possuem parceiras. Observando o sexo como uma força vital, relacionada aos seres humanos e aos animais, todos os atos prazerosos, aceitos de comum acordo entre as partes, seriam considerados próprios do instinto e, portanto, normais.
Já para as doutrinas religiosas, o ato sexual com o intuito de gerar filhos é o único considerado normal. E os consultórios médicos estão lotados de clientes com disfunções sexuais, causadas pelos dogmas contrários à natureza humana."

Espero poder ter ajudado, e agradecemos os elogios ao nosso blog e a sua leitura.


Com carinho


AtivaRomantica

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Transexual feminina muda nome




Transexual feminina consegue autorização

 judicial para alterar nome e sexo no registro civil


Depois de anos de angústia e de passar por diversas situações vexatórias, por ter aparência de homem e nome de mulher, uma transexual poderá trocar seus documentos. A juíza da 1ª Vara de Família de Brasília determinou a expedição de mandado ao Cartório de Registro Civil, a fim de que seja averbada a retificação do nome da autora da ação, com a conseqüente alteração de sexo no registro, de feminino para masculino. A autora alega que desde os cinco anos de idade vive e age psicologicamente como sendo do sexo masculino. Diz ser conhecida em seu meio social com nome de homem e se vê constrangida ao apresentar documentos a terceiros com nome de mulher. Afirma se considerar transexual, já tendo inclusive se submetido à retirada das mamas, do útero, das trompas, dos ovários e do órgão genital feminino, restando completa a trangenitalização de caráter irreversível. A transexual ainda não conseguiu realizar cirurgia para obtenção de genitália masculina devido à dificuldade técnica dos profissionais do hospital onde foi realizada a retirada de seus órgãos genitais femininos. Mas, segundo a juíza sentenciante, o fato de a autora da ação ainda não ter órgão sexual masculino não afasta sua pretensão, uma vez que o sexo da pessoa está mais ligado aos aspectos psicológicos do que propriamente aos físicos. De acordo com a magistrada, poder-se-ia dizer que o deferimento do pedido de retificação de registro civil teria a intenção de prejudicar terceiros, pois a autora do pedido, ao ter seu nome alterado, bem como ao ser declarada do sexo masculino, estaria ocultando seu sexo de nascimento, vindo a enganar diversas pessoas. Porém, no seu entendimento, "a referida tese traz a mácula do preconceito, indelével e indizível, mas marcada a ferro e fogo". A sentença determina a não publicidade da situação anterior da autora com relação à trangenitalização quando do fornecimento de certidões. A juíza explica que seu entendimento é embasado na lógica do razoável, "no sentido de que oportunizar que alguém tenha alterado seu registro civil e possibilitar que terceiros tenham acesso ao processo de mudança de sexo por ele sofrido é dar pouco ou quase nada a quem é tido, ainda, como ente periférico da sociedade". Segundo a magistrada, rechaçar o direito da requerente em ter seu nome e sexo alterados no registro civil é flagrante injustiça, visto que a autora sempre se sentiu homem, se veste como homem desde a adolescência, tendo inclusive barba, bigode e início de calvície, além de já ter retirado a genitália feminina. "O nome é atributo da personalidade, sendo dela parte integrante. Negar o direito de alguém ter o nome que mais condiz com sua condição sexual é sonegar o direito de ser feliz, de ter esperança, de acreditar na vida, de viver com dignidade", ressalta. Ainda que a lei não trate especificamente do caso da autora, o julgador não pode, de acordo com a juíza, esquecer que o Direito nasce da vida, e que, se o pedido é realidade incontroversa e irreversível, não há como o magistrado deixar de estender o direito requerido. "A Constituição Federal estabelece como um de seus preceitos fundamentais a dignidade da pessoa humana. Negar o direito à autora de ter seu assento de nascimento modificado é ferir princípio constitucional, é negar-lhe o brio, a auto-estima e o direito à própria dignidade", completa. Nº do processo:2005.01.1.084388-8



Extraído de: Justilex  - 31 de Agosto de 2006