Falando sobre tudo

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domingo, 15 de julho de 2012

Quero rever alguem que me fez feliz



Recebemos com muito carinho a colaboração de Angelica que comentou uma postagem sobre " por que exitem lesbicas masculinas e femininas".

"Oi sinto falta de uma pessoa que me fez feliz queria rever ela mais tenho medo o que devo fazer?"


Querida leitora, seu medo é normal, pois pelo que entendi, já deve ter passado algum tempo, desde que terminaram, pois você mesma diz que sente falta. Mas, se esta pessoa te fez feliz então é por que ela foi feliz também, acredito eu. Não sei o motivo que levou a separação, mas deve ter sido algo muito sentido por ambas, creio eu. Não se termina um relacionamento que nos satisfaz a ponto de classificarmos como felicidade. Motivo forte, deve ter, com certeza. Mas, nenhum motivo, faz esquecer a felicidade vivida, pode acreditar. Você não a esqueceu e com certeza a pessoa não a esqueceu também. Fico pensando no motivo do seu medo, seria medo de ser rejeitada? Ara, menina, isso vai depender da educação da pessoa a que se refere e isso só você pode dizer e saber. Mas, se esta pessoa for educada , com certeza te receberá para no mínimo uma boa conversa, mesmo que seja curta. Acho que vale a pena procura-la, por que penso que tudo vale a pena quando se é para um bem. Não tenha medo de pedir perdão ou perdoar, se for o caso. Não tenha medo de correr atrás da felicidade, não tenha medo de viver.

Beijos carinhosos

Vitoria ACosta

sábado, 14 de julho de 2012

Casal de lésbicas completam 70 anos, de Casamento!

A matéria que tomamos a liberdade de traduzir conta a vida de um casal de lésbicas, Leto e Magazzu, juntas há 70 anos. Isso mesmo! 70 anos de amor, descobertas, confidências, conflitos, brigas, ciúmes, harmonia, carinho, amizade, confiança e todos os sentimentos que integram um relacionamento de verdade.

Além de ser um marco chegar aos quase 100 anos de idade juntas, a história dessas duas mulheres tem um ingrediente a mais. Resistiu ao preconceito do passado e resiste ao do presente. Sim, porque mesmo depois de tantas décadas Leto e Magazzu ainda são vítimas daquilo que consideramos um dos maiores males da sociedade.
Fica fácil entender porque elas mantiveram sua união em segredo durante tanto tempo. Vejam agora a história dessas duas jovens gays numa tradução adaptada:
Sim, casais formados por pessoas com 90 anos ainda discutem ocasionalmente. O exemplo pode ser visto no sofá da casa de Caroline Leto e Venera Magazzu: “Não vamos ter uma festa”, diz Magazzu, de 97 anos, argumentando que elas são muito idosas para esse tipo de coisa. “Sim, nós somos”, responde Leto, de 96, que admite que as duas podem ainda dançar polka.
Uma festa celebrando os 70 anos juntos é um marco para qualquer casal. Especialmente para essas duas senhoras, considerando que elas tiveram de silenciar sobre a história de amor delas durante décadas. “Você simplesmente não podia dizer para todo mundo que nós éramos amantes”, contou Leto. “Você diz para as pessoas que somos amigas, algumas pensam que éramos irmãs”.
Leto e Magazzu ignoram seu pioneirismo na comunidade gay e lésbica. Mas muitos dos seus amigos e parentes reforçam o seu papel, apontando para o fato de como o amor das duas foi capaz de transcender o tempo, cheio de obstáculos. Para celebrar o amor das duas, membros da Etz Chaim, uma associação de gays e lésbicas em Wilton Manors, estão planejando uma festa. Eles esperam que Leto e Magazzu atendam ao pedido e mostrem a todos como dançar a polka.
“Honestamente, eu acho que as duas estão mais apaixonadas do que no passado”, afirma um amigo pessoal do casal. “Olhe para os casais heterossexuais. Você tem sorte se ainda permanece casado após sete anos. Esta é uma história de amor incrível”.
Em 1939, Leto e Magazzu se conheceram em uma festa em Nova York. Leto achou Magazzu estilosa, que a considerou divertida. Um ano depois, Magazzu, professora, e Leto, operadora de telégrafo, mudaram-se para uma humilde casa, em Nova York. Elas passaram a maior parte da vida lá, com poucos parentes e amigos próximos sabendo sobre o relacionamento.
Magazzu conta que sempre brigou para contar para as outras pessoas, mas que temia o que elas poderiam pensar. Ela acredita que a sociedade daquela época era muito mais receptiva a duas mulheres que moram juntas do que a dois homens – e também bem menos inquisitiva.
“Eu acho que a maior parte das pessoas desconfiava, mas nunca fizeram escândalo sobre isso porque éramos apenas duas mulheres”, disse. “Eles não perguntavam, e nós simplesmente não falávamos”.
A sobrinha de Leto, Patricia Dillion, contou que cresceu acreditando que as duas fossem irmãs e sempre se referiu a elas como tias. Leto contou o “segredo” a ela durante uma festa de família. “Ela mencionou que elas tinham se casado”, disse Dillion. “Eu fiquei tão feliz, mas depois fiquei pensando em todo o tempo que elas não puderam admitir isso”.
Em 1996, as duas se registraram como parceiras em Nova York. Elas contam que fizeram isso porque sentiram que precisavam contar a todos sobre a sua vida juntas.
Anos depois, se mudaram para a Flórida, quando se tornaram mais ativas na comunidade LGBT, servindo de exemplo para os ativistas. Além disso, passaram a levar vida de qualquer jovem aposentado na Flórida: viajando em cruzeiros, jogando pôquer com os amigos. Adotaram um animal de estimação, um macaco chamado Chi-Chi.
Em 2006, com uma desacelerada normal causada pelo avanço da idade, Magazzu colocou no papel a história delas, num livro chamado An Unadulterated Story: Young and Gay at 90 (Uma história pura: jovem e gay aos 90). Durante a entrevista que originou a matéria do Herald Tribune, o repórter presenciou um fato curioso: as duas discutindo sobre onde estava um exemplar do livro. Magazzu insistia que estava no quarto. Leto, que havia visto no bagageiro do carro.
“Ok, então se você sabe onde está tudo, vá lá e pegue”, provocou Magazzu, enquanto apelava a uma busca na cozinha. Leto apenas sorriu e disparou: “Meiga, não?”

terça-feira, 10 de julho de 2012

Fagner - Deslizes








Deslizes

Fagner

Não sei porquê
Insisto tanto em te querer
Se você sempre faz de mim
O que bem quer
Se ao teu lado
Sei tão pouco de você
É pelos outros que eu sei
Quem você é...
Eu sei de tudo
Com quem andas, aonde vais
Mas eu disfarço o meu ciúme
Mesmo assim
Pois aprendi
Que o meu silêncio vale mais
E desse jeito eu vou trazer
Você pra mim...
E como prêmio
Eu recebo o teu abraço
Subornando o meu desejo
Tão antigo
E fecho os olhos
Para todos os teus passos
Me enganando
Só assim somos amigos...
Por quantas vezes
Me dá raiva te querer
Em concordar com tudo
Que você me faz
Já fiz de tudo
Prá tentar te esquecer
Falta coragem prá dizer
Que nunca mais...
Nós somos cúmplices
Nós dois somos culpados
No mesmo instante
Em que teu corpo toca o meu
Já não existe
Nem o certo, nem errado
Só o amor que por encanto
Aconteceu...
E é só assim
Que eu perdôo
Os teus deslizes
E é assim o nosso
Jeito de viver
E em outros braços
Tu resolves tuas crises
Em outras bocas
Não consigo te esquecer
Te esquecer...
Lá, lará lará, lá lará lará...
Lá lará lará....







Olhos de Dragão



OLHOS DE DRAGÃO






FICHA TÉCNICA



Título original:
Duração:
88 minutos (1 hora e 28 minutos)
Gênero:
Ação / Crime
Direção:
John Hyams








segunda-feira, 9 de julho de 2012

Conto Erótico XX


BIQUINI VERMELHO



Era dia de Natal e coloquei meu biquíni minúsculo vermelho. Cheguei na praia e estendi minha toalha branca na areia. Percebi que alguém me olhava e me virei para ver quem era. Me deparei com dois olhos verdes lindos me olhando de cima a baixo, estremeci. Era uma linda morena de olhos verdes. Já tinha visto ela antes na praia, mas nunca havia reparado que ela se interessava por mim. Meu sorriso foi inevitável ao perceber aqueles olhos lindos me olhando e um convite para um papo foi aceito imediatamente. As vezes não precisamos de palavras, nossos olhares falam tudo que desejamos. Bianca, era o nome da morena. Veio em minha direção e estendeu a mão, eu pensei que fosse uma cordialidade, mas ela segurou minha mão e olhou para o mar e o convite, também, estava feito. Mergulhamos naquele mar enorme e em uma linda tarde que prometia. Já na areia, Bianca juntou seus pertence, falou algo com as amigas que não entendi e se dirigiu a minha barraca e também juntou meus pertences, sem nada dizer. Eu me limitei a olha-la e a acompanha-la. Ela segurou minha mão e eu a acompanhei. Não sabia para onde ela me levaria, mas com certeza a seguiria. Atravessamos a rua e entramos em um prédio na frente da praia. Bianca agarrou minha cintura e me beijou, no elevador. Meu corpo tremeu. Chegamos no apartamento e mal entramos, Bianca me beijou. Sua língua quente percorreu minha boca, orelha e pescoço corpo. Suas mãos rapidamente soltaram a alça do meu biquíni deixando a mostra meus seios. Meu coração começou a bater rápido e o olhar de Bianca encontrou os meus e foi a ultima coisa que vi. Fui vendada, senti um arrepio e fui conduzida para algum lugar, que suponha ter sido o quarto dela. Deitei e senti algo gelado na minha barriga. Era gelo e Bianca acariciava minha barriga. Senti a língua dela passando meu corpo até chegar no meu clitóris. O ritmo era perfeito e eu senti o orgasmo se aproximando. Meu corpo reagia e minha cabeça já não conseguia raciocinar. Me entreguei as sensações que Bianca me proporcionava até acontecer a explosão. Gozei tanto que meu corpo tremia. Foi o melhor presente que papai Noel pode me proporcionar, nos últimos anos.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Conto Erótico XVIII




AMOR ATRAS DAS GRADES

As razões porque acabei presa não vem ao caso.
O que importa é que passei a dividir uma cela com mais duas mulheres e minha vida parecia ter acabado ali.
Rute, a parceira mais velha, era terna e ao mesmo tempo enérgica. Tratou-me muito bem. E a seu modo tentou me convencer que tudo tinha uma razão de ser. Que eu não estava ali de graça.
As vezes colocava uma faixa na cabeça e fazia orações sempre virada para uma parede que ela chamava "o lado da luz".
 Queria que eu entendesse que o amor superava tudo.
Isa, a outra companheira de cela, nessas horas ficava muda, dando a entender que não endossava nada que Rute falava.
No principio aquilo me entediava. Aumentava minha melancolia e era cada vez maior minha vontade de morrer. Podiam estar duas, dez, mil pessoas naquela cela que mesmo assim me sentiria só.
Achei estranho o fato de Isa começar a me olhar atravessado toda vez que Rute me procurava e oferecia o colo ou seu ombro suado.
Como eu chorei naqueles dias!!
Isa era grosseira e toda vez que eu fazia beiço ela resmungava:
-Essa piranha tá sentindo é falta de vara!"
Outro dia cochilei e acordei com as duas agarradas aos tapas.
Rute batia sem piedade. E brigavam por minha causa.
Isa ameaçava me matar sem que eu tivesse feito nada.
Eu me equilibrava naquele ambiente precário. Mas a autoridade de Rute me confortava. Mas nem por isso minha apreensão diminuía em relação a Isa. Querendo me animar, Rute sempre ligava o radio e ficava rodopiando no meio da cela.

Um dia, quando o ambiente estava mais ameno, topei dançar com ela.

Pelo jeito com que me enlaçou e pela pressão que fazia contra meus seios imaginei que ela queria ir alem de um simples dois-pra-la dois-pra-ca.
Não demorei a ter certeza. No fim da tarde ela me passou um bilhete curto e cristalino:
-uero fazer amor com você".
Entrei em parafuso. Mas estava aberta aquela relação. Como um rato em frente ao queijo. Um bêbado diante de uma cerveja. Um viciado diante de um baseado.
Eu estava querendo mais que ela e devia estar escrito em minha cara. Depois do chá ela passou a me encarar de uma maneira mais sensual. Seus olhos pareciam ter crescido. Me devoraram. Eu me sentia com febre. Meu corpo estava quente e suava.
 Isa ao contrario, estava sonolenta e bocejava sem parar.
 De repente arriou num sono suave. Parecia fingir. Mas era efeito de um sonífero que Rute mandou colocar no seu chá.
O próprio carcereiro pôs uma cortina diante da grade, em total sintonia com Rute, que nunca me contou quanto pagou para preparar aquele encontro minuciosamente planejado.
Depois de armar um lençol no chão, me puxou para o centro da cela e prendeu com um lenço os meus cabelos.
Em seguida me convidou a acompanhá-la numa oração curta e singela.
Serena.
Tirou minha roupa beijando cada pedaço do meu corpo descoberto.
Depois de livrar-me das suas, nos abraçamos, corpo com corpo, pele com pele.
E caímos de joelhos.
Nossos lábios grudados e nossas mãos soltas.
As minhas estavam paralisadas, mas as dela andavam livres e percorriam minhas costas causando calafrios e um tesão que ha muito tempo não sentia.
Sua boca conseguia engolir meu seio inteiro. Sua língua tinha o tamanho certo para invadir minha prexeca. Vi a luz nas trevas. Descobri o amor atrás da cela.
Rute hoje esta solta.
Mudei o visual sou outra. Vivo contando nos dedos os dias que me separam da liberdade. Quando Rute vem me visitar o diretor já sabe.
Nos concede um quarto como se fossemos um casal, e na verdade somos.
Eu me dispo para ela. Minha vida é sua vida. Por isso, ela, lá fora, me faz sentir livre. O amor não tem fronteiras. Aprendi com ela.
Principalmente sexo e liberdade

Conto enviado por Bellinha " Este conto retirei de um site de contos e não existia assinatura ou autoria "


domingo, 1 de julho de 2012

Conto Erótico XXIII




Conheci Isabel ( nome fictício), no super mercado, enquanto fazia compras de mês.  Não sou do tipo " dona de casa", nunca fiz compras antes de me separar e não entendo nada de cozinhas e etc. Isso sempre ficou por conta de minha ex mulher ou de minha mãe. Tenho tentado aprender essa difícil tarefa de ser "dona de casa", por opção minha, já que não pretendo me casar novamente. 
Estava no super mercado tentando entender pra que servia todas aqueles tipos de carnes ( rs), e havia uma moça, cerca de 30 a 40 anos ( soube depois que tinha 38 anos) na fila do açougue. Iniciei uma conversa, sem grandes intensões, somente para descobrir que carne eu teria que comprar. Isabel, gentilmente, me ajudou e ficamos por uma hora conversando e acabamos saindo juntas ( claro). Isabel me ofereceu carona, ja que pretendia pegar um taxi, e eu aceitei, obvio. (rs) Entramos no estacionamento e no carro e eu, um gentleman, a acompanhei até a porta do carro e o fechei, ela agradeceu com um lindo sorriso. Entrei no carona e fiquei olhando Isabel, não sabia o que ela pensava e como receberia uma futura cantada, que insistia em sair da minha boca. (rs) Como aprendi que não se deve perder nenhuma chance, e que no máximo levaria um fora, acabei por soltar uma leve cantadinha, com respeito e um pouco de timidez. A cantada foi bem recebida e nos beijamos. Notei que Isabel estava um tanto excitada, sua respiração forte me enlouqueceram.  Toquei em seu rosto enquanto a beijava e desci minhas mãos pelo seu pescoço chegando aos seus seios. Não fui recusada e claro que se não recusada é sinal que posso avançar mais um pouco (rs)  Toquei suas pernas e senti que podia ir mais adiante e fui, logo estava sentindo Isabel, molhadinha e totalmente entregue a mim. Foi quando tive a ideia e a vontade de realizar uma fantasia que a muito me instigava,  sussurrei no ouvido de Isabel que deveríamos sair do carro. Na frente vi um monte de caixas de mantimentos empilhadas em fileiras de vários tamanhos e foi em cima de uma delas que coloquei Isabel. Não costumo praticar sexo oral com mulheres estranhas, mas foi inevitável, seu líquido escorria pelo meu rosto, enquanto eu lambia, chupava e sugava Isabel que gozava sem parar, fazia tempo que não tinha uma mulher com orgasmos múltiplos. Não resisti e a penetrei, com força e muito tesão, dando continuidade aquela sequência de gozos que Isabel estava tendo. Isabel me apertava com tanta força que em dado momento me desconcentrei e foi quando vi que tínhamos plateia. (rs) No inicio fiquei meio sem graça, mas Isabel não me deixou parar, ela gozava e gritava como louca. Isabel tinha essa tara de ser observada enquanto fazia sexo. Me concentrei novamente no que fazia e acabei por esquecer que estava sendo observada, quando gozei e voltei a realidade não havia mais ninguém olhando e a tarde já estava se indo. Nada disse e nem Isabel comentou o fato de que alguem nos viu. Voltamos para o carro como se nada tivesse acontecido e ao chegar em casa e apos um beijo de despedida, eu também voltei a minha realidade da solidão e das lembranças de um passado recente. Foi uma linda tarde, mas como todo final de tarde, veio a escuridão da noite. Chorei muito, aquele dia. Senti saudades de minha ex mulher e de nossas loucuras sexuais. O bom de tudo é que após a noite, nasce outro dia e outras coisas e outras pessoas e outras oportunidades. E a vida continua!

O Desafio do Dragão

O DESAFIO DO DRAGÃO





FICHA TÉCNICA

Título: Kickboxer – O Desafio do Dragão
Gênero: Ação

Duração: 1H 45Min





Kurt Sloan (Van Damme) trabalha como ajudante de seu irmão Eric (Alexio), o campeão norte-americano de kickboxing. Os dois vão para a Tailândia fazer uma luta de exibição entre Eric e Tong Po, o campeão tailandês. Mas o que era pra ser uma luta de exibição se torna um duelo mortal, que termina com Eric paralítico. Kurt decide treinar kickboxing para vingar o irmão, mas ninguém na Tailândia quer treiná-lo, já que Tong Po é considerado imbatível. Até que Kurt conhece Xian Chow (Chan), um velho que mora numa área remota da Tailândia e que aceita treiná-lo. Com o passar do tempo, Kurt fica cada vez mais preparado para saciar sua sede de vingança!



Poesia de Plabo Neruda







Ao Crepusculo

Não...
Depois de te amar eu não posso amar mais ninguém.
De que me importa se as ruas estão cheias de homens esbanjando beleza e promessas ao alcance das mãos;
Se tu já não me queres, é funda e sem remédio a minha solidão.
Era tão fácil ser feliz quando estavas comigo.
Quantas vezes vezes sem motivo nenhum, ouvi teu riso, rindo feliz, como um guizo em tua boca.
E a todo momento, mesmo sem te beijar, eu estava te beijando...
Com as mãos, com os olhos, com o pensamento, numa ansiedade louca.
Nosso olhos, ah meu deus, os nossos olhos...
Eram os meus nos teus e os teus nos meus como olhos que dizem adeus.
Não era adeus no entanto, o que estava vivendo nos meus olhos e nos teus,
Era extase, ternura, infinito langor.
Era uma estranha, uma esquisita misturade ternura com ternura, em um mesmo olhar de amor.
Ainda ontem, cada instante uma nova espera,
Deslumbramento, alegria exuberante e sem limite.
E de repente... de repente eu me sinto como um velho muro.
Cheio de eras, embora a luz do sol num delírio palpite.
Não, depois de te amar assim,
Como um deus, como um louco,
nada me bastará e se tudo tão pouco,
Eu deveria morrer.
Pablo Neruda

sábado, 30 de junho de 2012

Prisão infernal

PRISÃO INFERNAL






FICHA TÉCNICA

Gênero: Ação / Drama
Idioma: Dublado Português Brasil
Formato: RMVB
Titulo original: In Hell – 2003
Duração: 01 hs 38 min
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Kyle (Van Damme) é um engenheiro americano a trabalhar na indústria de petróleo na Rússia. Quando a mulher é violada e assassinada, Kyle é preso em Kravavi pela morte do violador. Numa das últimas prisões de máxima segurança do país, vai conhecer o inferno...




Lutador de rua




O LUTADOR DE RUA






FICHA TÉCNICA


Título original:
Duração:
93 minutos (1 hora e 33 minutos)
Gênero:
Ação / Drama
Direção:
Ben Ramsey





Durante a Grande Depressão um desempregado se une a um promotor de lutas de rua para poder sobreviver. Falando pouco e lutando muito, ele consegue vitórias expressivas e uma razoável quantia. Porém seu empresário, que ganhou tanto quanto ele, se encontra em sérias dificuldades financeiras. Os dois acabam se desentendendo e se separando, mas a única chance do seu antigo promotor se salvar desta situaçãoé convencê-lo a participar de uma grande luta sem público, com um lutador de Chicago.