Este blog foi criado, em setembro de 2011, com intuito de trocar informações, ideias, pensamentos e tudo que possa nos ajudar a ampliar nossos conhecimentos do mundo gay.
Falando sobre tudo
sábado, 10 de novembro de 2018
Recado p/ você
Ola!
Estamos postando sobre as diversas formas de prazer, isso contando com fetiches e fantasias, claro! O titulo das postagens é "Conversando..." e será postado por ordem de pedidos. rs Não esqueçam de deixar seu comentário, abaixo de cada postagens .
Avisamos que voltaremos a postar novos Contos Eróticos e pedimos a colaboração de todos Se quiser contar sua historia, mande-nos por e-mail.
Lembramos que este blog é para mulheres de todas as orientaçoes sexuais, ok? Isso quer dizer, que não postaremos nada com referencia a homossexuais masculinos ou homens, fisicamente falando, com exceção dos Trans Homens, claro.
Aguardamos suas historias, suas perguntas, seus comentários, enfim, aguardando seu contato.
Beijos Carinhosos
Vitoria Costa
Ativas e Passivas - Fantasias
Conversando parte 8ª
Continuando
, entro em salas de papo já fazem 15 anos, aproximadamente, não
lembro ao certo. Lembro que quando acessei a sala de papo,
existia poucas pessoas e poucas salas, e a maioria entrava após as
00hs, por ser gratuito o acesso, neste horario, bem foi ali que
conheci meu primeiro caso. Nesta época estava decidida a manter
relações sexuais com lesbicas, não me sentia uma, mas sabia que
era o que queria, ou bem perto do que queria conhecer e explorar.
As salas de papo eram o meio mais facil e rapido de adentrar no
mundo de lesbicas e foi assim que iniciei. Nesta época, nada eu
sabia sobre absolutamente nada do mundo gay. Não quis dizer a minha
parceira que ela era a primeira mulher a me tocar, intimamente. Fui
com a cara e a coragem ao encontro para um almoço e sabendo que
após iriamos a um motel, para ficarmos mais a vontade. Rs me senti
totalmente a vontade e a coisa rolou normal, para ser sincera,
esperava mais, mas não deixou a desejar. Era uma mulher ativa
sexualmente e com aparencia feminina sem extravagancias, do tipo
feminina basica. Eu, nem sabia que existia essa coisa de ativa e
passiva, na verdade. Mas, pelo que tinha lido, era mais confortavel
ser passiva, já que era mulher passiva de homem, ou seja, hetero.
Rs Mas, quis saber como eram as outras mulheres e fui a busca dessas
outras opções, dentro do mundo lésbico. Conheci varias pessoas,
com diferentes atitudes , lesbicas passivas, ativas, relativas,
participativas, as cissexuais, as bofinhos, as laydes, e tantas
outras , sem falar que dentro de cada uma dessas, havia gostos,
formas e atitudes diferenciadas. Muita coisa para assimilar e
escolher em qual delas eu me encaixava. Claro, me encaixei nas
passivas, não por ser mais facil para mim, mas por ser a única que
me identifiquei, sexualmente falando. A minha escolha por essa
forma de sexo, foi dificil, por que pelo que entendi não haviam
muitas ativas que se adptavam ou eram compativeis com a minha forma,
meu gosto e minha opção sexual, porque a não existe uma só
forma das ativas se “comportarem” sexualmente. Para mim, não
foi uma opção, por que só de saber como eram as outras formas,
nem queria tentar, nem por curiosidade. Mal comparando, como gostar
ou não de manga. Não gosto de manga e pronto e basta. Nem quero
provar, por que não gosto da forma, do cheiro e provavelmente não
gostarei do gosto da manga. É isso. Não quis e não quero sair com
uma lesbica relativa, por que não gosto da forma, do jeito que elas
se relacionam sexualmente e ponto e basta. Para mim, foi o
suficiente saber como era a forma delas se satisfazerem. Não vou
relatar, por que seria preconceituoso tudo que pudesse vir a
escrever, apenas não é aonde me encaixo. Cada um com seu cada um.
Penso que, o fato de não me encaixar nessa forma de prazer , não
me da o direito de ser contra isso ou aquilo, não preciso entender,
apenas respeitar e aceitar que existem gostos diferentes do meu.
Me sentia uma “não lesbica”, apesar de me relacionar com uma
mulher fisicamente. Na verdade, não sabia aonde me encaixava, no que
diz respeito a nomenclaturas ou rotulos ou seja la o que os define.
Acreditava ser apenas uma mulher hetero que optou por se relacionar
com macho não homem. Perfeita essa minha definição, quanto a minha
escolha por mulheres ativas e masculinas. Na verdade, gosto de
mulher fisicamente falando, com jeito, forma, pensamentos, atitudes e
vestimenta masculina. Essas pessoas me atraem. Minha satisfação
sexual se da , atraves da penetração, podendo ter uma variação de
formas de prazer como preliminar . O sexo oral, não é essencial e
nem necessario. Tipo, se tive que escolher, não escolheria, nunca, o
sexo oral como fonte de prazer. Lesbica não entendem a minha forma
de sentir prazer, porque para elas é essencial e necessario o sexo
oral.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Voyeur - Fantasia
Conversando 7ª Parte
Uma mocinha magra e sem muitos atrativos sexuais, se levantou e
sem se identificar iniciou sua historia sexual, dizendo que gostava
de ver outras pessoas fazendo sexo e que para isso comprou um
binoculo e depois uma luneta, rs, para ficar da janela procurando
casais fazendo sexo, em outros quartos com janelas abertas e sem
cortinas. Disse que não podia ver detalhes do que acontecia, mas sua
imaginação completava o que não via e passava a viver aquela
relação sexual, como se ela estivesse la, no lugar da mulher.
Contou que descobriu que isso era considerado um crime, caso alguém
descobrisse e a denunciasse, então passou a pagar para assistir, por
tras das portas, pelas janelas ou dentro do quarto sentada em uma
cadeira em lugar estrategico. Claro, se existe alguém que gosta de
olhar é por que tambem existe quem goste de ser observado e se deixa
expor com o intituito de que alguém passe e veja sua relação
sexual. No meio de seu relato, uma outra pessoa, sem definição
sexual aparente, a interrompeu e se ofereceu para fazer com ela essa
pratica, só que de forma diferente. A proposta foi a de ela procurar
alguém para ter relaçoes sexuais e outra pessoa ficar a observando.
Neste instante, foi criado um alvoroço, um monte de gente falando e
o lugar ficou bastante agitado. Descobrimos que muitas pessoas
gostavam da mesma coisas , feitas de formas diferentes. Uns filmavam
suas relaçoes sexuais e depois assistiam, imaginando ser outro casal
desconhecido, outros faziam sexo a tres, para que cada hora um
participasse ou olhasse o que os outros estavam fazendo. Outra pessoa
disse que numa relação em grupo, mais de 3 pessoas, isso era feito
sem que houvesse aceite, apenas bastava escolher a forma que queria
sentir prazer e colocar em pratica. Tipo, se quero só ver, então
encosto em alguma parede do quarto e observo os outros se
relacionando sexualmente, se quero participar, tenho a opção de
sentir o prazer penetrando ou sendo penetrada e olhar outros fazendo
o mesmo , enfim. Percebi que, naquela sala, com pouco mais de 10
pessoas, surgiu, de repente, varias formas de prazer.
Claro, houve vários relatos de taras sexuais, que não irei
comentar ou transcrever, por não ser este o motivo deste capitulo,
que trata apenas de diversidade sexual, mesmo que contenha fetiches e
fantasias, escolhi as historias que não tem como forma de satisfação
a obrigação, a necessidade, a única forma de prazer aceita e
satisfatoria a pessoa que a pratica.
Sexo Anal - Fantasia
Conversando 6ª Parte
Sexo anal como fetiche ou fantasia, deixa as historias bem mais
excitantes, por que são mais criativas e gostoso de escutar e ler,
mesmo que você não tenha essa forma de amar, no seu leque de
variações de prazer, digamos assim.
Soube de uma mulher que sentia muito prazer com sexo anal e que
relatou sua historia de amor que ao findar deixou-a decepcionada e
sem vontade de tentar novos relacionamentos. Para se satisfazer ,
comprou um penis de silicone com uma ventosa para que pudesse prender
na azulejo do banheiro e conseguir a penetração desejada e assim
poder se satisfazer. Ela contou que em sua fantasia imaginava seu ex
a penetrando. Foram muitas historias contadas, naquela tarde, em que
nos juntamos, varias mulheres de variados gostos e sexualidades e da
qual, tive a satisfação de ser convidada. Uma convidada que parecia desinteressada, a principio, relatou-nos que sua experiência com sexo anal, foi a pior possivel e que se sentiu agredida e usada, mesmo que seu parceiro tenha sido cuidadoso e muito romantico naquela hora. Se sentiu violada e nunca mais permitiu. A convidada então, baixou a cabeça, balançou pra frente e para trás e num tom grosseiro esbravejou " quem ele pensa que é para me usar daquela forma! Já não basta me obrigar a transar com ele de forma normal? " claro que se referia a "penis x vagina ". Todos olharam para ela, mas ninguem se encorajou a discutir o assunto, já que ficou claro que sexo para ela não seria prazeroso, mas uma obrigação. Não havia ali, o que discutir. Assunto para se tratado com muitas sessões terapeuticas. Mas, ficou claro para todos que essa era o fetiche do seu companheiro ( transexual) Outra mulher, interropeu o pensamento de todos, quanto aquela pessoa que continuava a balançar a cabeça numa sequencia de negações, sei la do que, e sem pudor algum disse: " eu adoro dar meu cuzinho". Para, ne? A sala silenciou e todos , pareciam constrangidos, mas a desinibida senhora continuou, sem se importar com o que causara. " Se minha companheira sente prazer em me comer assim, nao me importo, afinal, sou mulher dela e é minha obrigação satisfaze-la, mesmo que eu nada sinta. Meu prazer é faze-la sentir prazer!" Silencio, novamente! Ninguem nem ameaçava falar nada. Foram cinco minutos de silencio total. Quando parecia que ninguem mais iria relatar mais nada, uma mocinha levantou-se, pedindo a palavra e detonou: " O que eu faço ou deixo de fazer, não interessa a ninguem! Eu gosto de ser uma escrava obediente e minha companheira pode fazer comigo o que ela bem entender e ninguem tem o direito de me julgar por causa disso, sou submissa sim e ponto e basta!" E sentou-se . A sala calou-se num silencio enorme e duradouro e permaneceu assim por um tempo, ate que uma a uma foi se despendido e saindo. Nada mais foi dito, e ponto e basta!
Vemos aqui, várias fantasias , fetiches e taras ! Não percebeu? Ah, para, ne? Aposto que voce se identificou com alguma dessas mulheres! rs
Estamos falando de fantasias, lembra? Voce pode nunca ter feito, mas fantasiou em suas horas solitarias ( masturbação), voce, tambem pode ter feito como fantasia ou fetiche, ou ainda, voce nunca fez, mas morre de vontade de ser obrigada a fazer, sob forte ameaça de nunca mais ter a oportunidade de viver essa forma de amor. Mas, voce pode fazer porque gosta, por que nao tem porque ou por que se acostumou, sei la. Mas, que todas as mulheres, macho ou femea ja fantasiaram fazendo sexo anal, ah tenho certeza que sim, sim e sim...rs
Bora, sentir prazer sem preconceito, sem medo, sem pudor....bora se permitir amar!
Vemos aqui, várias fantasias , fetiches e taras ! Não percebeu? Ah, para, ne? Aposto que voce se identificou com alguma dessas mulheres! rs
Estamos falando de fantasias, lembra? Voce pode nunca ter feito, mas fantasiou em suas horas solitarias ( masturbação), voce, tambem pode ter feito como fantasia ou fetiche, ou ainda, voce nunca fez, mas morre de vontade de ser obrigada a fazer, sob forte ameaça de nunca mais ter a oportunidade de viver essa forma de amor. Mas, voce pode fazer porque gosta, por que nao tem porque ou por que se acostumou, sei la. Mas, que todas as mulheres, macho ou femea ja fantasiaram fazendo sexo anal, ah tenho certeza que sim, sim e sim...rs
Bora, sentir prazer sem preconceito, sem medo, sem pudor....bora se permitir amar!
domingo, 28 de maio de 2017
Spanking - Fantasia
Conversando 5ª Parte
Continuação...
Os castigos de um(a) Dominador(a)
Continuação...
Os castigos de um(a) Dominador(a)
"-Eu vivi uma situação dessas, ao me
relacionar com uma pessoa, que se sentia e dizia ser meu “dono”. Contou uma jovem senhora, que ouvia, atentamente, todos os relatos com atenção. Contava que: " no inicio ate gostava de ser cuidada dessa forma. Ele me tratava como
princesa, me enchia de mimos e presentinhos, fazia todas ou quase
todas as minhas vontades, mas eu teria que obedece-lo e atende-lo,
prontamente, quando ele me solicitava. No inicio do relacionamento ,
consegui me adaptar, mas quando cometi minha primeira desobediência,
sofri com os castigos que era obrigada a aceitar e me sujeitar. Com o
tempo, deixou de ser uma obrigação e eu já não precisava “me
sujeitar” a nada, aceitava como punição para minha desobediência
e entendia como uma forma de me educar e viver bem, sendo uma pessoa
melhor, ou seja, obediente. Foi muito difícil, essa fase de castigos,
apanhava quase todos os dias, por que era difícil obedecer a tantos
comandos e ordens, mas não reclamava, por que havia respeito e
cuidados. Só apanhava no bumbum e caso ficasse muito vermelho ou
roxo, ele fazia massagens e passava pomadas para os hematomas. Depois
dos castigos, era sempre muito carinhoso e amoroso, comigo e nunca
me deixou sem cuidados para suposto ferimentos causados pela surra
que havia tomado. Vivi com esta pessoa por 8 anos e eramos felizes.
Os últimos anos, já não sofria com os castigos, por que já não
eram mais necessários, uma vez que aprendi a obedece-lo e a servi-lo
do jeito e forma que me era imposto. Uma mocinha, de não mais que 25 anos, tomou a palavra e começou o seu relato. Disse ela: Conheci uma pessoa com igual forma de obter obediência e respeito, mas seus
castigos eram maiores, mas doloridos e diferentes, dos seus. (Olhou com cumplicidade para a colega que acabara de relatar seus castigos. ) Apanhava e era
submetida a castigos doloridos como, ficar no quarto, sentada na cama
e aguentar a dor de ter pregadores de roupas no bicos dos meus seios
e clitóris, por tempo determinado por ela e de acordo com a gravidade
da desobediência. Ela tinha um castigo para cada grau de
desobediência e o maior e mais dolorido que sofri foi uma surra de
cinto que durou uma eternidade para mim e sabendo que estava sendo
escutado por um grupo de amigos que viajaram conosco. Todos ouviram,
mas ninguém jamais comentou o ocorrido, creio que todos eram adeptos
da mesma forma de correção. Eu não sou masoquista, então não
tenho prazer com a dor que sentia, mas percebia que minha companheira
sentia prazer com a minha dor e acho que ela ficava torcendo para eu
desobedece-la, inclusive. Muitas vezes fui castigada sem saber o
motivo, mas aceitava o castigo da mesma forma. Fiquei pensando sobre os relatos e senti vontade de contar minha experiencia, mas desisti tão logo percebi que não iria relatar nada de diferente dos relatos ja ouvidos por todas nos, inclusive, creio que minha experiencia, tenha sido bem menor e muito menos dolorido que as relatadas, hoje. O que gostaria de relatar, na verdade, foi que somente, depois desta minha
experiencia, entendi o que se passa e a visão daquela amiga que
conheci no curso de formação profissional.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Submissão e Dominio - Fantasia
Conversando 4ª Parte
continuação...
Estava na faculdade, em um dos cursos que me formei, havia uma
turma se formando e dentre os formandos vi uma linda loira de olhos
grandes e azuis me olhando, tinha 30 e poucos anos. Nos tornamos
amigas e intimas a pontos de contarmos segredos íntimos uma da outra.
Ela me contou que praticava vários fetiches e taras e que sexo
normal, do tipo papai e mamãe, não a satisfazia mais. Era casada
com um rapaz da mesma idade e também bonito e com futuro promissor,
viviam bem, financeiramente. Isso facilita muito para quem gosta de
fantasias, fetiches e algumas taras sexuais. Digo isso, por que os,
digamos, apetrechos para formar a fantasia, muitas vezes são caros.
Em outro momento e com titulo de fantasias sexuais, vou ensinar como
montar uma fantasia sem gastar muito, aguardem. Fantasias me deixam excitada e são minhas
preferidas. Não tenho taras e nem sou muito de fetiches, apesar de
gostar de alguns.
Voltando a minha amiga, ela me contou que era submissa do marido e
que permitia e aceitava as ordens e comandos dele, bem como os
castigos impostos por desobediência.
Os castigos eram desde palmadas ate humilhações, como andar de
quatro, como uma cadelinha, com coleira e focinheira. Confesso que na
hora que ela me contou isso, eu ri, achei engraçado ao visualizar a
cena. Me disse que se sentia amada pelo marido, mas que estava
preste a perde-lo, depois de 3 anos de casada. Perguntei o motivo da
separação e ela disse que ele não a queria mais e que deveria ter
outra mulher. Perguntei por que ela achava aquilo e obtive como
resposta que ele havia parado de humilha-la e de castiga-la. Não
entendi e pedi para ela me explicar o que havia dito. Ela então,
abaixando a cabeça, disse quase chorando, que ele não ligava mais
para o que ela fazia, que podia deixar a casa suja, louça na pia por
lavar, lixo no chão e ate chinelo virado que ele não mais a
castigava por isso. Concluiu ela que, ele deixou de ama-la por que
não se importava mais com que ela fazia. Sinceramente, não sabia o
que dizer a ela, por que nunca me passou pela cabeça que uma pessoa
se sentisse amada com maltrato e humilhações . Demorei muito tempo
para entender que ela não via do mesmo jeito e que não considerava
maltrato e nem humilhação, mas apenas castigos dados pela sua
desobediência Na verdade, não temos que entender ou aceitar, mas devemos respeitar as escolhas, opções e gostos dos outros. Liberdade de viver fantasias e de torna-las reais, são opcionais e uma das formas sexuais. E viva a diversidade sexuais.''
sábado, 20 de maio de 2017
Inversão de Papeis - Fantasia
Conversando - Parte 3
continuação...
Ainda no mundo hetero, conheci uma senhora, tinha cerca de 50
anos, me contou que ensinou seu cachorrinho poodle a lamber ela, ate
que ela chegasse a satisfação. Afirmou que era feliz e que optou
por esse tipo de prazer, somente por que, não mais queria se
relacionar com homens e que jamais se viu em um relacionamento sexual
com mulher. Não considerava o amiguinho de quatro patas um parceiro
e não se considerava insana ou com problemas graves que sentisse a
necessidade de procurar ajuda profissional, já que não precisava de
ajuda, além da "ajudinha" do seu cãozinho ( palavras da doce senhora). Vi e
convivi com mulheres que gostavam de se relacionar com dois homens ou
mais e se sentiam felizes e satisfeitas. Outras, preferiam se
relacionar com um homem, porem gostava que eles fossem passivos
delas. Inversão de Papeis, tanto na vida sexual como em seu dia a dia.
Neste momento, em que ouvíamos o relato desta senhora e seu poodle, uma moça se levantou, pedindo a palavra e ao termino do relato da doce senhora, começou a contar sua experiencia; "Fui visitar minha amiga, e como era em outro município, me hospedei na casa deles. Tudo ficou confuso, quando percebi que o ela era ele e o ele era ela. Vi o marido dela, fazendo as tarefas domesticas e ela fazendo os serviços de conserto residencial. A forma com que se tratavam, também diferenciava dos casais heteros e com papeis, pré determinado. Minha cabeça pirou, fiquei um tempo parada, observando. Não conseguia agir normalmente, porem me esforcei para não parecer chocada. Isso, a palavra era "chocada". Outra mulher, relatou que viveu uma inversão de papeis, como curiosidade, por uns meses. Relatou que conheceu um homem, do tipo feminino, mas não gay, e que "rolou" um sentimento e um tesão. Contou-nos que, após conversarem muito, sobre o assunto, resolveram tentar um relacionamento de inversão. Ela, uma Mulher, hetero, sem muitas vaidades e de temperamento forte, e ele um Hetero, passivo, feminino e meio submisso. Relatou toda sua vida de inversão feliz e satisfatória sexualmente, mas disse que com o passar do tempo, deixou de ser satisfatória e foi o motivo de seu termino. Como já disse, vi e vivi muitas diversidades no mundo hetero, mas uma me impressionou bastante e vou contar minunciosamente, no próxima semana, aguardem!
Neste momento, em que ouvíamos o relato desta senhora e seu poodle, uma moça se levantou, pedindo a palavra e ao termino do relato da doce senhora, começou a contar sua experiencia; "Fui visitar minha amiga, e como era em outro município, me hospedei na casa deles. Tudo ficou confuso, quando percebi que o ela era ele e o ele era ela. Vi o marido dela, fazendo as tarefas domesticas e ela fazendo os serviços de conserto residencial. A forma com que se tratavam, também diferenciava dos casais heteros e com papeis, pré determinado. Minha cabeça pirou, fiquei um tempo parada, observando. Não conseguia agir normalmente, porem me esforcei para não parecer chocada. Isso, a palavra era "chocada". Outra mulher, relatou que viveu uma inversão de papeis, como curiosidade, por uns meses. Relatou que conheceu um homem, do tipo feminino, mas não gay, e que "rolou" um sentimento e um tesão. Contou-nos que, após conversarem muito, sobre o assunto, resolveram tentar um relacionamento de inversão. Ela, uma Mulher, hetero, sem muitas vaidades e de temperamento forte, e ele um Hetero, passivo, feminino e meio submisso. Relatou toda sua vida de inversão feliz e satisfatória sexualmente, mas disse que com o passar do tempo, deixou de ser satisfatória e foi o motivo de seu termino. Como já disse, vi e vivi muitas diversidades no mundo hetero, mas uma me impressionou bastante e vou contar minunciosamente, no próxima semana, aguardem!
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Prostituição - Fantasia
Conversando 2ª Parte
Diversidade Sexual
Ao longo da minha vida, conheci varias mulheres , com gostos e
formas diferentes de sentir prazer, dentre elas, algumas mulheres,
que muitas vezes juntavam uma fantasia com uma forma de sobrevivência
ou de adquirir renda . Conheci algumas que eram casadas e com vida
financeira definida e aceitável, e que faziam a vida por opção,
por gostarem, por fantasia mesmo. Outras muitas, gostam de homens diferentes e
desconhecidos, agressivos e algumas de homens sujos e nojentos. Gosto
de contar uma história que vivi, com uma garota que gostava de homem bruto, sujo e bem nojento. Ela
procurou um lugar em que os clientes tinham este perfil e se sentia
feliz e realizada e contava com alegria e brilho nos olhos que além
da satisfação ainda a pagavam para isso. Mas, conheci outra que, não tinha essa fantasia e/ou fetiche, me contou que estava na rua desde seus 14 anos, que fazia a vida para sustentar a mãe doente e o irmão pequeno. Me disse , que se encontrasse alguém que a amasse de verdade, sairia da vida e seria de um só homem, e que este era seu sonho. Eu a tirei da vida, dei casa, comida e tudo que precisava para viver com conforto e dignidade. A coloquei para estudar e ela chegou a se formar no antigo 2º grau, também fez um curso de inglês e falava com desenvoltura o idioma.Vivemos juntas por 7 anos, ate que sem motivo aparente, ela me disse que ia voltar para a rua e que pensava em trabalhar na orla de Copacabana. Me deixou, sem do ou piedade e saiu sorrindo pela porta, como se nada deixasse para trás e que para frente, iria ter um futuro brilhante e feliz. Ela me procurou depois de dois anos, já doente e debilitada pela doença que a cometeu, faleceu ano passado. Em outro momento da minha
vida, tive um caso com uma prostituta fina, que trabalhava em uma
termas de luxo. Uma mulher linda, falava vários idiomas e formada em
letras, pela faculdade estadual do estado que em que foi educada e
nascida. Foram anos de relacionamento aberto e muitos términos e
voltas. Não conseguia entender, por que uma mulher culta e bonita se
sujeitava aquele tipo de trabalho. O que eu não sabia, era que eu
estava sendo preconceituosa , por pura ignorância e falta de
respeito. Nos separamos e 5 anos depois nos encontramos, por um acaso
do destino. Eu, já mais vivida e madura, consegui entender que ela
tinha o direito de optar pela profissão e pela forma de satisfação sexual que quisesse e bem
entendesse., Ela podia escolher varias outras atividades laborativas, um casamento, uma vida comum e normal, dentro do conceito básico da sociedade, mas optou, fez sua escolha e continua fazendo, por que é dessa forma que se sente feliz e realizada. Por que, hoje, tem dinheiro suficiente para se manter e não mudou sua opção de vida ou suas escolhas. Gosto é gosto e cada um
sabe do seu e não interessa a ninguém o que você prefere
sexualmente. (continua...)
sábado, 13 de maio de 2017
Jovem é enganada pelo pai e acaba presa
Shaza Ismail e Maria Jimena Montero foram detidas no centro de detenção da Turquia
porque o pai de Shaza ainda roubou os documentos das duas
Link deste artigo: http://igay.ig.com.br/2017-04-30/preconceito-lesbica.html
Shaza Ismail é uma jovem que foi enganada pelo próprio pai até ser presa apenas porque é lésbica. O homem inventou que a mãe de Shaza estava morrendo para que a filha, que mora no Reino Unido, voltasse para Dubai, onde eles moram. Ela e a namorada, Maria Jimena Rico Montero, acabaram presas em um centro de detenção na Turquia já que o pai de Shaza, além de mentir sobre a saúde da esposa, ainda roubou o visto da filha e os passaportes do casal.
Quando as duas descobriram que a mãe estava bem de saúde, tentaram voltar para Londres. Elas imaginaram que podiam estar sendo enganadas propositalmente, mas, segundo reportagem do “Daily Mail”, foram barradas por não estarem com os documentos necessários. Outro ponto importante da história é que em Dubai, lugar para onde o pai queria mandar a filha lésbica e sua namorada, ser homossexual é
Após ambas as famílias ficarem sem notícias das meninas, a polícia espanhola descobriu que elas estavam presas no centro de dentenção turco. Felizmente, as duas conseguiram ser liberadas e neste sábado (29) já estavam no aeroporto de Barcelona.
Segundo reportagem do jornal "El Mundo", elas passam bem e seguem para Málaga, onde mora a família de Maria. A jovem afirmou estar psilogicamente e fisicamente cansada.
Após ambas as famílias ficarem sem notícias das meninas, a polícia espanhola descobriu que elas estavam presas no centro de dentenção turco. Felizmente, as duas conseguiram ser liberadas e neste sábado (29) já estavam no aeroporto de Barcelona.
Segundo reportagem do jornal "El Mundo", elas passam bem e seguem para Málaga, onde mora a família de Maria. A jovem afirmou estar psilogicamente e fisicamente cansada.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Conversando 15ª Parte
Finalizando esse Tema : Diversidade Sexual
Existem varias sexualidades diferentes, mas só existem dois sexos
homem e mulher, ou vagina e penis. No meu ver, sexualidade é forma
com que se identifica para fazer sexo e atuar na vida, e sexo é o
órgão sexual que nasceu. Independente da forma fisica que tenham,
se homem e mulher, ou vagina e penis, existem, forma opcional de
fazer sexo e/ou sentir prazer sexual e existem tambem forma sexual
para se apresentar a sociedade, independente do sexo que nasce, o que
chamamos de identidade de genero ( macho ou femea). Dentro deste
conceito, encontramos varias formas de sentir prazer dentro de varias
sexualidades diferentes, sejam homem ou mulher, macho ou femea. Os
motivos desta variedade? Sao muitos, mas não cabe a mim julgar
ninguém, eles existem e vamos respeitar. Conheci muitas pessoas, ao
longo da minha vida e de todos os tipos de sexualidades . Homem e
homem, mas sexualmente macho e femea, mulher com mulher na mesma
situação. Homem e mulher em papeis sexuais diferentes, homem femea
e mulher macho. Ja conheci homem com homem, sendo dois machos e
mulher com mulher, sendo duas femeas, enfim…. Neste caso,
conceitua-se homossexuais, pessoas do mesmo sexo e sexualidade que
se relacionam e sentem prazer sexual juntas.
O bom de tudo isso é termos escolhas, opções e liberdade de nos
relacionarmos com quem nos da prazer e da forma com que queremos
sentir prazer. Viva a diversidade sexual!

